domingo, 18 de agosto de 2013

Forte de Copacabana recebe exposição "Cristo Redentor de Braços Abertos"

Forte de Copacabana recebe exposição
Até o dia 22 de setembro, cariocas e turistas poderão visitar a mostra “Cristo Redentor de Braços Abertos”, no Forte de Copacabana. A exposição reúne recursos multimídia, instalações interativas, jogos e oficinas infantis para contar a história de um dos pontos turísticos mais famosos do Rio de Janeiro. Com fotos, curiosidades, esboços originais e um documentário produzido especialmente para a mostra, os visitantes podem conhecer um pouco mais da estátua de 38 metros, erguida em 1931, e uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. O horário é de terça a domingo, das 10h às 18h, e os ingressos custam R$6 (R$3 a meia). O Forte de Copacabana fica na Praça Coronel Eugênio Franco, 

sábado, 17 de agosto de 2013

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Bento XVI ficou ligado na JMJ do Rio


O Papa Emérito Bento XVI acompanhou através da televisão e pela oração a Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013). A informação foi dada pelo secretário do Pontifício Conselho para os Leigos (PCL) Dom Josef Clemens ao L’Osservatore Romano. “Estou convencido de que não foi um espectador passivo, mas acompanhou a JMJ com a sua oração", disse.
Antes da viagem ao Brasil para o encontro com a juventude católica, o Papa Francisco pediu ao Sumo Pontífice Emérito que o acompanhasse pela oração durante sua primeira viagem apostólica.
Dom Clemens fez parte do séquito papal durante a viagem de Francisco ao Rio de Janeiro. De acordo com ele, o Sumo Pontífice expressou o seu compromisso com os jovens através das “suas ações, sua proximidade com as pessoas e espontaneidade e cordialidade de suas palavras e de seus gestos".
"É obvio, um Papa proveniente do continente pode compreender melhor as expectativas da grande maioria de jovens participantes. Foi uma coincidência providencial que um Pontífice proveniente da América Latina tenha presidido a segunda JMJ neste continente. A experiência pastoral do Papa Francisco permite entender a importância da proximidade humana e a riqueza dos símbolos utilizados em cada momento", disse.
Para o secretário do PCL, a imagem marcante da JMJ Rio2013 é a da multidão de jovens na orla da praia de Copacabana. Segundo o prelado, essa cena ficará marcada na sua memória.
Ainda de acordo com ele, os jovens superaram os resultados esperados, e "não me refiro somente aos números", mas também "à intensa participação interior e a visível alegria dos jovens, apesar das dificuldades provocadas pelo mau tempo", expressou.
Dom Clemens anunciou também que a Cruz e o ícone da JMJ passarão das mãos brasileiras às mãos polonesas no Domingo de Ramos de 2014, em Cracóvia (Polônia), sede da próxima JMJ 2016.
Com informações: ACI Digital

terça-feira, 6 de agosto de 2013

MNBA recebe exposição do Vaticano até 13/10

“A Herança do Sagrado: Obras-primas do Vaticano e de museus italianos" - A Jornada Mundial da Juventude Rio2013 movimenta a programação do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro/Ibram/MinC, que, pela primeira vez,receberá uma exposição com obras-primas artísticas do Vaticano e dos Museus Italianos, em exibição inédita na América Latina. A mostra “A herança do sagrado: Obras-primas do Vaticano e de museus italianos”, contará com obras de grandes artistas como Leonardo da Vinci, Bernini, Correggio, Michelangelo, Pinturicchio, Perugino, Sassoferrato e Beato Angélico, dentre outros. A exposição ficará em cartaz de 10 de julho a 13 de outubro deste ano. Segundo Piso: várias salas. Período: 10 de julho a 13 de outubro de 2013.   

O Museu Nacional de Belas Artes fica na Cinelândia (RJ).

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Exposição sobre a Cruz no CCBB Rio até 23/09

Agência Brasil

Figura geométrica formada por duas linhas ou barras perpendiculares – dividindo uma das duas, ou ambas, ao meio –, a cruz habita o inconsciente coletivo da humanidade desde os seus primórdios. Por sua alusão ao martírio de Jesus, tornou-se o principal símbolo do Cristianismo. Na semana em que o Rio de Janeiro abriga a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), com a presença do papa Francisco, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) inaugura a exposição Crux, Crucis, Crucifixus – O Universo Simbólico da Cruz, que procura mostrar a história desse ícone, mostrando que ele transcende o aspecto religioso.
A mostra será aberta amanhã (23), às 19h, para convidados, e poderá ser visitada pelo público a partir do dia seguinte, às 9h. São cerca de 150 cruzes, santos, relicários e oratórios dos séculos 18 e 19, em diferentes estilos, técnicas, materiais e origens. Todo o acervo pertence ao Museu de Arte Sacra de São Paulo, um dos mais importantes do gênero no país.
De acordo com a historiadora Dalva de Abrantes, curadora da exposição, a mostra tem duas vertentes: uma histórica e outra estética. “A história do Brasil está desde o início marcada pela presença da cruz. O primeiro nome do país foi Ilha de Vera Cruz, e depois Terra de Santa Cruz. Só em 1527 é passamos a ter o nome de Brasil.”
“A primeira imagem que os índios viram, avistaram do mar, foi as velas das naus, que traziam estampadas umas cruzes vermelhas, da Ordem de Cristo, que praticamente financiou o empreendimento das descobertas. E o primeiro ato em terra foi a missa. Os índios não entenderam nada, mas viram a cruz latina, acompanhada de toda a liturgia católica”, ressalta a historiadora.
Segundo ela, no processo de colonização portuguesa do Brasil, as cruzes continuaram no punhal das espadas, no peito das armaduras, nos brasões, estandartes, joias, monogramas bordados, livros e nas plantas dos edifícios.
Já na vertente estética, a mostra se destaca pelas características do acervo do Museu de Arte Sacra da capital paulista. “Diferentemente dos barrocos mineiro, nordestino e do Rio de Janeiro, mais luxuosos e pomposos, o de São Paulo é marcado pela simplicidade. O estado era muito pobre no século 18. Só entrou no circuito econômico do país a partir do final do século 19, com o desenvolvimento do café”, explica Dalva de Abrantes.
A exposição foi montada em quatro núcleos temáticos. O primeiro trata da Paixão de Cristo. “São imagens que retratam a Via Crucis, todo o sofrimento de Cristo”, diz a curadora. “No segundo núcleo, passamos do universal ao local, com várias imagens do crucificado e da cruz. O terceiro traz vários exemplos de arte sacra, de objetos usados na liturgia católica, todos de riqueza material, em prata e em ouro, e estilística”, acrescenta. No centro do terceiro módulo da exposição, uma instalação abriga uma grande imagem de Cristo, de 4,5 metros de altura.
O último segmento traz exemplos de diferentes tipos de cruzes, com textos explicativos sobre elas. O visitante pode ver a diferença entre as várias cruzes cristãs e as não cristãs, como a suástica e as cruzes egípcia e andina.
Crux, Crucis, Crucifixus – O Universo Simbólico da Cruz ficará em cartaz até o dia 23 de setembro, e poderá ser visitada de quarta a segunda-feira, das 9h às 21h. A entrada é gratuita. O CCBB-Rio fica na Rua Primeiro de Março, 66, no centro da cidade.

Translate