quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Renúncia do Papa e Escolha de seu sucessor é assunto em todo mundo


A renúncia o Papa Bento XVI surpreendeu muitas pessoas, mas para quem sabe interpretar os sinais do dia-a-dia sabia que a qualquer momento ele poderia fazer isso. Foram inúmeras as vezes que ele deu a entender que isso aconteceria.

Para quem achava no início de seu pontificado que Joseph seria um papa sem grandes atitudes deve ter se decepcionado. Pode não ser tão risonho como os João Paulo que o sucedeu, mas suas homilias e catequeses mostravam seu conhecimento e amor aos ensinamentos de Cristo e da Igreja. Resgatou tradições antigas sem abalar as mais recentes. Ele pode não ter conseguido atrair muitas pessoas para Igreja, mas sem dúvidas confirmou a fé de muitos.

Se os mais liberais e anti-catolicismo desejavam uma revolução na Igreja, Bento XVI o fez com excelência. Ao renunciar, quebrou um paradigma de mais de seis séculos em que o papa deve ser papa até sua morte. Para os mais nervosos, foi uma facada e abalo de fé. Para os verdadeiros cristãos foi a certeza de que o homem tem suas limitações.

Entenda como bem entender, Bento XVI estará marcado para sempre na história como o Papa que renunciou. Mas deixará saudade por sua seriedade e amor à Eucaristia e doutrina católica. Pode ter se decepcionado ao longo da sua jornada, mas plantou sementes que iremos colher mais tarde.

O sucessor de Bento 16 liderará uma Igreja ascendente na Ásia e África e decadente na Europa. O ainda Papa Bento pede uma renovação na Igreja e o fim da divisão dentro dela que por mais que muitos neguem sabemos que existe. Sabemos que a maioria dos Cardeais votantes são europeus, muitos italianos e a maioria considerados “burocráticos”. Dificilmente veremos um Papa que não seja da Europa.
Dos italianos sempre favoritos fala-se muito de Scola de Milão, Ravasi, Bertone (atual carmelengo).
Das Américas, fala-se muito no canadense Quellet, do estadunidense Dolan, do argentino Bergoglio , do mexicano Carrera e do brasileiro Cláudio Humes.

Na minha opinião, o novo Papa deverá não ter menos de 60 e não mais de 70 anos. Se a preferência dos Cardeais por um europeu prevalecer eu visualizo uns nomes não muito mencionados e que podem aparecer como surpresa: o suíço Koch, o italiano Filoni e o húngaro Erdo.

Agora se a surpresa for ainda maior e escolherem um nome de fora da Europa, os favoritos são Tagle das Filipinas e Turkson de Gana. Mas estão esquecendo de dois nomes que seriam talvez a maior surpresa de todas: os patriarcas orientais Bechara do Líbano e os indianos Baselios e George.

Seja quem for o escolhido, os católicos podem esperar grandes feitos do novo Pontífice que os cardeais irão escolher impulsionados pelo Espírito Santo. 

ASC

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