quinta-feira, 28 de junho de 2012

Passagens para Romaria à Aparecida chegaram

A partir do próximo domingo, já estarão disponíveis as passagens de ônibus para a Romaria Anual ao Santuário Nacional de NS Aparecida. O custo é de R$60,00 e a romaria será nos dias 24 e 25 de agosto.

sábado, 23 de junho de 2012

Novas fotos das obras na nossa Paróquia

As obras na Paróquia de Santo Antônio dos Pobres continuam. Recentemente, os vitrais restaurados voltaram para as janelas laterais. No centro da Igreja, um grande buraco revela azulejos da antiga Igreja e o começo do antigo presbitério. A imagem do padroeiro no altar é a única que permanece na Igreja desde o início das obras em dezembro de 2009.


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Vaticano manda Representante para a Rio+20

O Arcebispo Metropolitano de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer – enviado especial do Papa Bento XVI e chefe da Delegação da Santa Sé na Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio +20) –, discursou na última terça-feira, dia 19 de junho, no Centro de Convenções Riocentro. Cardeal Scherer falou sobre “Agricultura e Sociedades Sustentáveis: Segurança alimentar, Terra e Solidariedade”. Veja o discurso na íntegra.

"Agricultura e Sociedades Sustentáveis: Segurança alimentar, Terra e Solidariedade"



Dom Odilo na foto oficial dos líderes de governo
Excelentíssimos Senhoras e Senhores,

É uma honra e um grande prazer estar aqui hoje como Enviado Especial de Sua Santidade, o Papa Bento XVI, à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. De início, gostaria de agradecer a Sua Excelência o Arcebispo Francis Chullikatt, pela contínua dedicação, tanto nas Nações Unidas como nesta Conferência.

Além disso, gostaria de agradecer a Sua Excelência, o Arcebispo Paul Ouedraogo, às senhoras Gisele Henriques, Cristina dos Anjos, e Maria Elena Aradas por estarem hoje conosco. O trabalho de base da Caritas Internacional, CIDSE e dos Franciscanos Internacional representa uma grande contribuição para a promoção do desenvolvimento sustentável, tendo o humano como centro.

Há 20 anos os líderes do mundo vieram ao Rio de Janeiro para estabelecer um novo modelo e um novo escopo para promover o desenvolvimento sustentável. Naquele encontro, reconheceram que, ao promover uma parceria nova e mais igualitária para o desenvolvimento sustentável, o princípio primário que deve guiar o desenvolvimento global exige que se coloque a pessoa humana no centro das preocupações com o desenvolvimento sustentável. A centralidade da pessoa humana, no Princípio 1 do documento resultante da Rio 92, é um lembrete de que não se atinge o desenvolvimento sustentável por meio apenas do desenvolvimento econômico, ambiental ou político, mas sim, e mais do que tudo, deve ser medido por sua capacidade para promover e salvaguardar a dignidade da pessoa humana.

Agora, 20 anos depois, continuamos a ver as consequências para o desenvolvimento humano quando a pessoa não é colocada no centro do desenvolvimento político, ambiental ou social, mas, ao contrário, é colocada à sua mercê. A promoção contínua da abordagem neo-maltusiana do desenvolvimento, que vê os seres humanos como um obstáculo ao desenvolvimento, em vez de um benefício ao mesmo, levou à adoção de programas que promovem a destruição da vida humana e têm fomentado uma cultura hostil à vida. Os efeitos de uma abordagem não centrada no ser humano podem ser comprovados no envelhecimento das sociedades, em diversas sociedades em todo o mundo atual, e os milhões de crianças que nunca tiveram a oportunidade de nascer, e cujas contribuições graduais para o nosso planeta serão para sempre ignoradas.

A centralidade da pessoa humana exige que a sociedade meça o progresso econômico, acima de tudo, por sua capacidade de promover a pessoa humana. Isto exige que a ética não seja divorciada da tomadas de decisões econômicas, mas sim que a mesma seja reconhecida. A ética da justiça e da solidariedade atua como fundamento de uma eficiência social e econômica fundamental para reparar injustiças estruturais e reformular instituições que perpetuem a pobreza, o subdesenvolvimento e a degradação ambiental, permitindo a cada um o direito de participar da vida econômica, para o progresso em suas comunidades e sociedades. Quando a dimensão ética é negligenciada na elaboração de políticas econômicas, podemos facilmente ver os efeitos desumanizantes e desestabilizantes que resultam do crescimento econômico realizado às custas dos seres humanos, e em detrimento deles.

A contínua crise financeira e econômica é testemunha dos perigos do desenvolvimento econômico que ignora imperativos éticos e morais, e demonstra que o interesse pessoal e a ganância apenas estimulam a já grave desigualdade e divisão social. A consequência de uma ordem econômica, ambivalente quanto aos imperativos morais e éticos, pode ser vista nos rostos dos desempregados, mulheres e homens que lutam para sustentar suas famílias; na turbulência política crescente que assola o mundo, enquanto os líderes políticos tentam estabilizar o sistema econômico; e é brutalmente comprovada na vida dos mais pobres da sociedade, cujos filhos morrem de fome ou sucumbem às doenças que, de outra forma, seriam tratadas com facilidade. Essas realidades emergem sempre que as políticas econômicas não reconhecem a ligação essencial entre a moralidade e a vida econômica.

A centralidade da pessoa humana, no desenvolvimento sustentável, deveria orientar não apenas o trabalho dos que elaboram as políticas, como também o do setor privado. Ainda que o aumento da riqueza seja um objetivo da economia, a geração de riqueza deve ter seu foco no progresso com qualidade e moralidade, e não apenas na quantidade de riqueza gerada. Quando a acumulação de riqueza for considerada como um bem em si mesma, ciclos insustentáveis de produção e consumo continuarão a provocar o esgotamento inexorável dos recursos, deixando pessoas e comunidades que anseiam pela felicidade autêntica. É preciso, em vez disso, haver meios para a promoção do desenvolvimento humano integral, o que reconhece que o desenvolvimento humano concreto exige mais que o simples desenvolvimento social ou político, mas exige, acima de tudo, que o desenvolvimento da pessoa humana seja mantido à frente e no centro de tudo.

A encíclica do Papa Bento XVI, “Caritas in veritate”, elabora a necessidade de se promover o desenvolvimento integral, a fim de estimular o desenvolvimento verdadeiramente humano e, portanto, sustentável. Este desenvolvimento integral exige a identificação de que as abordagens apenas institucionais, para promover o desenvolvimento, não bastam para o desenvolvimento genuíno, mas que cada membro individual da sociedade adote uma atitude vocacional presumindo a responsabilidade com liberdade, em solidariedade genuína uns com os outros e com toda a criação.

Reconhecer uma dimensão ética do desenvolvimento não se limita somente à criação de riqueza, mas é também relevante para o nosso papel de administradores da criação. Não somos chamados a subjugar e dominar a criação (Gen 1:28) sem referência a determinados critérios. Em vez disso, devemos exercer tal mandato administrando de modo responsável a criação, para vermos florescer as gerações atuais e futuras. Isto exige o reconhecimento de uma responsabilidade primordial para com o meio ambiente, para o aperfeiçoamento do nosso futuro e o de todo o planeta.

Administrar de forma adequada a criação é reconhecer a contribuição importante dada pela ciência e a tecnologia à proteção ambiental, e fornecer os recursos necessários para a sobrevivência humana. No entanto, os avanços científicos e tecnológicos devem ser sempre cautelosos e confiáveis, de modo que seus objetivos sirvam de fato a toda a humanidade. Avanços científicos e tecnológicos não podem, portanto, tornarem-se novos meios para criar barreiras aos mais pobres, nem se pode permitir que provoquem novos e duradouros prejuízos ao delicado equilíbrio de nossos diversos ecossistemas.

O direito à alimentação e à água potável continuam sendo dois dos mais básicos direitos humanos, e permanecem não atendidos em muitas partes do mundo. Avanços científicos e tecnológicos, por certo, tornaram possível, para toda a comunidade internacional, usufruir do benefício da generosidade da criação para o bem de toda a humanidade. Mesmo assim, milhões de pessoas vivem ainda sem esses direitos mais básicos. Esta é uma violação injusta dos princípios da lei natural. Uma ordem internacional mais efetiva exige mais profunda solidariedade e maior responsabilidade para com nossos irmãos e irmãs, principalmente os mais necessitados. Crianças que passam fome e morrem de disenteria são nossas crianças: não se trata de um problema local, mas um problema que clama à comunidade internacional como um todo, para que se una, na tarefa de cumprir os direitos humanos mais básicos.

O progresso tecnológico, científico e humano adquire importância vital, se formos abordar a segurança alimentar e a promoção do manejo da agricultura e da terra. Como o Papa Bento XVI assinalou repetidas vezes, “a fome não depende tanto da falta de coisas materiais, mas sim da escassez de recursos sociais”. No intuito de debelar essa escassez de recursos sociais, é imperativo que os líderes da sociedade deem os passos necessários para lidar com as causas estruturais da insegurança alimentar e aumentem os investimentos no desenvolvimento agrícola dos países pobres. Por meio do acesso mais amplo e bem distribuído aos mercados e à tecnologia agrícola – como irrigação, instalações eficientes de armazenagem e transporte, e programas para remover as distorções de mercado – podemos dar uma contribuição substancial à segurança alimentar e à erradicação da pobreza.

No desenvolvimento de tais políticas, precisamos ter certeza de que a cooperação, consistente com o princípio da subsidiariedade, oriente nossos esforços para que as escolhas e necessidades das comunidades locais sejam tratadas de maneira adequada e levadas em consideração. Assim sendo, programas agrícolas, de assistência ao desenvolvimento e de reforma agrária não servem para ser implementados de cima para baixo, mas, ao contrário, levar em consideração as comunidades locais e com elas cooperar.

Um dos primeiros passos ao se lidar com a reforma agrária é combater a falta de direitos da terra e à propriedade dos marginalizados dentro da sociedade. A concentração crescente da propriedade da terra e da produção agrícola por uns poucos, apresenta, aos líderes políticos e sociais, a obrigação moral de encontrar políticas para se chegar a meios equitativos e justos para uma reforma agrária de longo prazo. Em especial, maiores investimentos em fazendas familiares e de pequenos proprietários oferecem uma oportunidade ímpar, tanto para o sustento da família, quanto para estimular um futuro agrícola mais sustentável de longo prazo.

A destinação universal dos bens da terra aplica-se também à água, este elemento vital e essencial para nossa sobrevivência e para a agricultura. A Sagrada Escritura considera ainda a água um símbolo de vida e purificação. Por sua própria natureza, a água nunca pode ser tratada como mais uma mercadoria, mas sim, deve ser reconhecida como um direito inalienável, a ser partilhado em solidariedade com outros. Água é um bem público, e isto significa que é responsabilidade dos líderes políticos garantirem que todas as pessoas, principalmente os pobres, tenham acesso à água potável. O não cumprimento de tais obrigações resulta em sofrimento, conflitos e enfermidades, o que enfraquece o direito inerente à vida.

Em todo o mundo, sérios problemas humanos e ecológicos clamam por uma mudança fundamental de estilo de vida, se quisermos ser melhores como administradores da criação e promotores de uma comunidade econômica internacional mais justa. Os métodos de produção de alimentos exigem, portanto, uma análise atenta, para garantir o direito ao alimento e à água, que sejam suficientes, saudáveis e nutritivos; e para alcançar este direito de forma a reconhecer nossa obrigação de proteger o meio ambiente como uma herança compartilhada para as gerações atual e futuras. Isto requer a quebra do longo ciclo de consumo e produção excessivos, de pobreza, e de degradação ambiental. Precisamos reconhecer que todas as decisões econômicas têm implicações morais, e isto exige de nós a redescoberta dos valores tradicionais da sobriedade, temperança e autodisciplina. É escandaloso um mundo no qual a riqueza consome uma proporção esmagadora dos recursos humanos e naturais, e isto exige renovada boa vontade para se ter plena consciência da interdependência entre todos os habitantes da terra. A solidariedade global autêntica deve motivar os indivíduos e seus líderes políticos a reavaliarem suas opções de estilo de vida, a fim de fazerem escolhas que aprimorem a dignidade humana e a solidariedade global. A respeito disso, precisamos reconhecer o papel fundamental que a família desempenha em aprender e ensinar os valores necessários para formar cidadãos responsáveis, que fazem escolhas responsáveis quanto ao seu estilo de vida.

Além disso, muito trabalho permanece ainda a ser feito, para se encontrar um processo prospectivo, após esta conferência, e garantir que os países em desenvolvimento tenham acesso à tão necessária tecnologia ecologicamente correta, e aos recursos financeiros, para a transição rumo a um futuro mais sustentável. Da mesma forma, é necessário haver mais solidariedade para ampliar o acesso ao trabalho decente e ao cuidado básico de saúde, assim como aos direitos dos imigrantes. Nossa esperança é que o texto final do documento resultante trate de maneira satisfatória esses aspectos, de modo a ser considerado como uma contribuição ao bem estar material e espiritual de todas as pessoas, suas famílias e suas comunidades.

Obrigado.

* Tradução: Cristina Vaz de Carvalho



FONTE> Arquidiocese do Rio

sábado, 16 de junho de 2012

Cúpula dos Povos, Rio+20 e a presença da Igreja


Texto extraído do Portal da Arquidiocese do RJ

A Arquidiocese do Rio de Janeiro bem como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil marcarão presença ao longo da Rio+20, assim como durante a Cúpula dos Povos— evento paralelo à Rio+20— propondo reflexões e debates sobre a integração do homem com o mundo à sua volta.
Vinte anos depois da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, o Rio de Janeiro volta a ser o ponto de encontro para lideranças do mundo inteiro e sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, entre os dias 13 e 22 de junho. Paralelamente a esse grande evento, de 15 a 23 de junho, acontecerá, no Aterro do Flamengo, a Cúpula dos Povos, numa oportunidade para tratar dos problemas enfrentados pela humanidade e demonstrar a força política dos povos organizados. Dentro dessa perspectiva, a Arquidiocese do Rio de Janeiro bem como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil marcarão presença ao longo do evento propondo reflexões e debates sobre a integração do homem com o mundo à sua volta.

A Rio+20 também contará com a participação da Santa Sé, que enviará uma equipe para representar o Papa Bento XVI. À frente dessa comitiva estará o Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer. Para ele, esse será um grande desafio, uma vez que a presença da Santa Sé no evento representa a palavra da Igreja

— É uma tarefa importante porque eu irei integrar e, ao mesmo tempo, chefiar a delegação da Santa Sé, que representa a palavra da Igreja, a posição da Igreja sobre as questões tratadas lá na Rio+20. No entanto, com grande honra, porque é a oportunidade de apresentar o pensamento da Igreja, que tem uma grande autoridade moral no conselho das nações. Embora o Vaticano seja um Estado pequeno, a sua representatividade é muito grande e importante no âmbito das nações.

A primeira das atividades será no dia 15 de junho, na Tenda da Paz, no aterro do Flamengo, onde haverá uma mesa de diálogo sobre meio ambiente e justiça social. A programação engloba também uma Missa presidida pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, e uma vigília interreligiosa.

Dom Odilo ressaltou a forte presença da Santa Sé em eventos promovidos pelas Nações Unidas e outros órgãos internacionais.

— Ela tem se feito presente através do Observador Permanente da Santa Sé nas Nações Unidas e por isso também apresenta a Santa Sé em eventos como este, que é a Rio +20. A Igreja tem um pensamento, um olhar próprio sobre todas essas questões, uma visão sobre o homem, uma visão sobre a economia, cultura, sobre a vida e assim por diante. Portanto, são oportunidades da Santa Sé, em nome da Igreja, de estar colocando a posição, a palavra da Igreja para ajudar a servir e iluminar, e isso faz parte da missão evangelizadora da Igreja.

Confira a programação completa
Dia 15/06, das 15h45min às 17h 5min - Mesa de diálogos sobre meio ambiente e justiça social: Tenda da Paz no Aterro do Flamengo;

Dia 15/06 das 15h às 17h do dia 16/06 - Assembleia do Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social com os atingidos por desastres ambientais: Casa Maria Imaculada, na Rua Joaquim Murtinho, 641, em Santa Teresa;

Dia 16/06, às 9h - Mesa de diálogos sobre o Código Florestal, em conjunto com o Comitê Brasil em Defesa das Florestas: no Aterro do Flamengo

Dia 17/06, às 10h - Missa presidida pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, com a presença das delegações estrangeiras, na Catedral de São Sebastião

Dia 17/06, às 11h 30min - Entrevista coletiva com a presidência da CNBB: Catedral de São Sebastião

Dia 17/06, das 20h às 00h - Vigília Interrreligiosa, no Aterro do Flamengo.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Santo Antônio é festejado no templo vivo da fé!

A Paróquia de Santo Antônio dos Pobres situada na Rua dos Inválidos, no Centro da Cidade, ficou em festa nesta quarta-feira para comemorar o dia do padroeiro. A preparação da festividade de começou em 31 de maio com a Trezena de Santo Antônio teve seu ápice no dia 13 de junho.

As cerimônias iniciaram-se bem cedo, às 6 horas, com a Alvorada. No decorrer de todo o dia foram celebradas dez Missas com presença de diversos sacerdotes. A última celebração Eucarística iniciou-se às 20h e foi presidida pelo Pároco do local, Eduardo Braga.

A Igreja em reformas a pouco mais de dois anos permaneceu aberta e iluminada durante todo o dia e com a tradicional distribuição de pães na porta. Os devotos de Santo Antônio encheram a Igreja em todas as Missas e com muita alegria participaram intensamente das celebrações.

No final da última Missa, o Provedor da Irmandade José Queiroga, fez um emocionado discurso de agradecimento e traduziu em poucas palavras como é a comunidade da Paróquia: "_Nestes tempos difíceis, a Igreja de Santo Antônio é feita de pedras. E essas pedras são cada paroquiano que trabalha incansavelmente para celebrar a Eucaristia todos os dias e o mais solene possível".

Os festejos dedicados à Santo Antônio na Paróquia encerrarão-se no próximo domingo, 17 de junho, com Solene Procissão pelas ruas do bairro com saída às 16h da Igreja. 


Colaboração: Ariel Carvalho

Redentor News: O novo programa da Arquidiocese do RJ

WEB TV REDENTOR
VEÍCULO OFICIAL DA ARQUIDIOCESE DO RIO DE JANEIRO


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Rua liberada para a festa de Santo Antônio

A Prefeitura do Rio conseguiu "limpar" a Rua dos Inválidos mesmo que somente na frente da Igreja de Santo Antônio no número 42. Uma boa notícia para os devotos do santo que costumam ir todo dia 13 de junho fazer suas orações e agradecimentos ao "santo casamenteiro". 

Com a Igreja fechada a mais de dois anos com problemas estruturais, a festa esse ano será no salão improvisado na frente da Igreja onde a Santa Missa é celebrada desde o início das obras na Igreja. 

Há aproximadamente um ano, a Rua dos Inválidos também começou uma grande obra que culminou em um afastamento ainda maior dos fieis para a Igreja em virtude das dificuldades em chegar ao templo. 

Mas mesmo com todos os problemas, os paroquianos continuam perseverantes e acreditam que quando a Igreja for reaberta e a Rua estiver totalmente reurbanizada, os devotos voltarão a frequentar a Paróquia. A Trezena que começou no último dia 31abriu a preparação para a festa que terá seu auge na próxima quarta-feira com Missa nos seguintes horários:

6:00 (com a Alvorada), 8:00, 9:30, 11:00, 12:30, 14:00, 15:30, 17:00, 18:30 e 20:00

Agora resta-nos rezar para que não chova para que a rua cheia terra não fique cheia de lama e viva Santo Antônio!

domingo, 10 de junho de 2012

Grupo Jovem Menino Deus

Todo domingo as 10h está acontecendo a reunião do Grupo Jovem Menino Deus logo após a Missa das 9h deste 27 de maio. Participe!

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Muita chuva na Procissão de Corpus Christi no RJ

A Procissão de Corpus Christi nesse feriado, 07 de junho, saiu da Igreja da Candelária às 16h. O cortejo que passou pela Av. Rio Branco, Av. Almirante Barroso e Av. Chile atraiu centenas de fieis que mesmo com a forte chuva que caiu na chegada da procissão na rua da Catedral de São Sebastião não desanimou em momento algum. Às 18h, Dom Orani celebrou Missa na Catedral lotada.


Veja o nosso vídeo da Procissão:


Créditos: Ariel Carvalho.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Corpus Christi pelas ruas do Centro do Rio

A Procissão de Corpus Christi, organizada pela Arquidiocese do Rio, será nesta quinta-feira dia 07 de junho às 16h saindo da Igreja da Candelária em direção à Catedral.

A comunidade Menino Deus está se organizando para se encontrar às 15:20 na porta da Capela Menino Deus para irmos juntos para o ato de fé público do Santíssimo Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo.

domingo, 3 de junho de 2012

Muito louvor nos 15 anos do Grupo de Oração

Flávio pregando
Na tarde do último domingo, 03 de junho, a Capela ficou lotada para uma tarde de louvor e Missa pelos 15 anos do Grupo de Oração Menino Deus. 

O encontro que começou às 14h com muita música e oração, contou com a ilustre presença de Irmão Agraziato (conhecido como Flávio), Franciscano da Toca de Assis, Flávio foi um dos zeladores da Igreja e fundadores do Grupo em 1997 e fez uma bela pregação e lembrou da criação do grupo e que foi crescendo aos poucos. Mencionou que assim como O Menino Jesus que crescia em sabedoria e graça, o nosso grupo de oração também crescia e cresce com sabedoria e Graça.

Missa
Outras presenças muito queridas também vieram prestigiar. Pessoas que já frequentaram a comunidade e que hoje residem em outros municípios e até em outros Estados marcaram presença. Marieta, Zeladora Emérita da Capela, Velmice que Ministrava Extraordinariamente a Sagrada Comunhão e antigos membros do grupo são alguns exemplos de presenças queridas.

Algumas Paróquias da região também se fizeram representar como a de Santa Teresa, Nossa Senhora de Fátima e Santo Antônio dos Pobres.


Às 16:30h, Padre Eduardo Braga, celebrou a Solenidade da Santíssima Trindade e parabenizou o Grupo de Oração. O novo Grupo Jovem Menino Deus também estava representado.

Após a cerimônia religiosa, todos desceram para o salão e lá confraternizaram finalizando, assim, o encontro com muita alegria! Que venham outras festas!

Solenidade da Santíssima Trindade
Pascom na foto com Irmão Agraziato
Parte do Grupo de Oração
Parte do Grupo Jovem prestigiando
Bolo do Aniversário
Tarde de Louvor

Corpus Christi na Capelinha

A Solenidade de Corpus Christi na Capela do Menino Deus será às 9h da manhã com a Bênção do Santíssimo.

Às 16h sairá a procissão da Igreja da Candelária no Centro do Rio em direção à Catedral de São Sebastião.

sábado, 2 de junho de 2012

Coroação de Nossa Senhora será 02 de junho

A coroação na imagem de Nossa Senhora será realizada nesse sábado, dia 02 de junho, na Missa das 17h e será realizada pelas crianças da catequese.

Nesse domingo, dia 03, haverão três Missas na Solenidade da Santíssima Trindade: 8h, 9h e 16:30h.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Já sabemos os locais da JMJ Rio 2013!


Um passo a mais foi dado no dia 1º de junho durante a coletiva de imprensa concedida a jornalistas de diversos veículos de comunicação para informar alguns dos detalhes sobre os locais escolhidos para os cinco atos centrais da 28º Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá entre os dias 23 e 28 de julho, no Rio.
Os três primeiros atos centrais (acolhida dos jovens, acolhida do Papa Bento XVI e a Via-Sacra) serão feitos na Praia de Copacabana. Na Base Aérea de Santa Cruz acontecerá a vigília e a missa de envio com o santo padre. O presidente do Comitê Organizador Local (COL) e arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, informou que a praia da Zona Sul, que tem o nome inspirado em Nossa Senhora de Copacabana, e o bairro da Zona Oeste, que começou a ser conhecido por uma grande cruz de madeira fincada pelos jesuítas, fazem referência aos maiores símbolos da JMJ: o ícone de Nossa Senhora e a Cruz peregrina.
“Escolhemos a base aérea de Santa Cruz por ser um local amplo, para que ninguém fique de fora. Queremos acolher a todos. As questões relativas ao transporte para um melhor acesso ao local já estão sendo estudadas para que sejam minimizadas, mas a peregrinação faz parte da espiritualidade da Jornada”, disse.
Estavam presentes na coletiva, o bispo auxiliar e vice-presidente do COL, onde é responsável pelo Departamento Financeiro, Dom Paulo Cezar Costa, e o diretor de Comunicação da JMJ Rio2013, padre Marcio Queiroz. Alguns dos setores do Comitê foram representados pelas presenças dos padres Arnaldo Rodrigues e Leandro Lênin (Preparação Pastoral), do padre Renato Martins (Atos Centrais), do Padre Omar Raposo (Logística), do diácono Antonio Luiz dos Santos (Setor Financeiro Administrativo) e da irmã Graça Maria (Hospedagem). Os internautas puderam acompanhar a transmissão da coletiva pela Rádio Catedral e WebTV Redentor.
Programação completa será definida até o final do ano
Durante a coletiva, padre Arnaldo afirmou que o bairro da Urca abrigará a Feira Vocacional, e que as confissões não terão um local fixo e serão realizadas simultaneamente durante as catequeses.
Respondendo aos jornalistas, Dom Orani disse que foi proposto que o Maracanã sedie o encontro do Santo Padre com os voluntários, e que o Santuário do Cristo Redentor também seja visitado pelo Pontífice, mas a programação oficial do Santo Padre só deverá ser confirmada no final do ano. Entre as diversas sugestões que estão sendo analisados também estão dois encontros: um ecumênico e outro com dependentes químicos.
O arcebispo afirmou que os símbolos já percorreram metade do país e que o bairro de Santa Cruz também foi escolhido para a entrada oficial destes na cidade do Rio, para lembrar que o Brasil é terra de Santa Cruz. A peregrinação dos ícones começou por São Paulo e já alcançou a região Centro-Oeste. A previsão é que chegue ao Estado do Rio entre os meses de maio ou junho do próximo ano. 
“Investir na juventude é tornar o mundo melhor, no presente e futuro. Durante a Jornada, que já começou com a peregrinação dos ícones, nossa grande missão é anunciar a Cristo. Maria, aos pés da cruz, nos recorda aquele que deu a vida por todos nós: Jesus”, incentivou Dom Orani.

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