domingo, 29 de abril de 2012

Missa no Dia do Trabalho

A Santa Missa será celebrada na Capela do Menino Deus na próxima terça-feira, 01 de maio, às 9 horas da manhã.

sábado, 28 de abril de 2012

Igreja no Rio celebra 120 anos como Arquidiocese


Em 27 de abril de 1892, o então Papa Leão XIII elevava a Diocese de São Sebastião do Rio de Janeiro à Arquidiocese. Para comemorar os 120 anos deste arcebispado, um Te Deum – ação de graças – foi realizado, nesta sexta-feira, 27 de abril, na Paróquia Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, no Centro da cidade.

Presidida pelo Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, a ação de graças também foi concelebrada pelos Bispos Auxiliares Dom Antônio Augusto Dias Duarte, Dom Edson de Castro Homem, Dom Nelson Francelino Ferreira, Dom Pedro Cunha Cruz, Dom Paulo Cezar Costa, além do Monsenhor Luiz Henrique da Silva Brito – que será sagrado como novo Bispo Auxiliar da Arquidiocese, no dia 12 de maio – e de diversos sacerdotes.

Durante a celebração, Dom Orani destacou a importância que a Igreja no Rio de Janeiro teve e tem para o Brasil, e lembrou diversos trabalhos realizados por seus antecessores, que marcaram a história da cidade, do país e da Igreja. O Arcebispo ressaltou ainda que a celebração foi um momento de louvar e agradecer a Deus pela história e pela vida do povo que faz parte da Igreja no Rio, em especial, nesse momento em que a Arquidiocese vive o Ano do Discipulado e em breve viverá o Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI.

— A Paróquia Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, também conhecida só como Antiga Sé, marca uma parte da história da Arquidiocese desde a chegada da família real portuguesa, por isso nós escolhemos esse templo para celebrar os 120 anos da criação da Arquidiocese do Rio de Janeiro. O Rio sempre teve uma importância no Brasil, desde o início do século XVI, quando começou a existir aqui a Paróquia, depois a Prelazia, Diocese e depois da República, quando se retrabalhou a Igreja no Brasil, com a criação da Arquidiocese. Creio que no dia de hoje, com 120 anos, é tempo de olhar para o passado e agradecer a todos os que nos precederam, pedindo a Deus que nós consigamos responder aos desafios do presente e do futuro da Igreja, da sociedade e do Rio de Janeiro, afirmou.

Quando foi fundada a Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em 1565, seu território ficou sujeito à jurisdição espiritual do bispo da Bahia, até que, pelo breve “In superemminenti militantis Ecclesiae”, do Papa Gregório XIII, de 19 de julho de 1575, foi criada a prelazia. Desmembrada do Bispado da Bahia, o território da nova prelazia estendia-se desde a Capitania de Porto Seguro até o Rio da Prata.

Em 16 de novembro de 1676, a bula do Papa Inocêncio XI “Romani Pontificis pastoralis sollicitudo” elevou a antiga Prelazia de São Sebastião à categoria de diocese, sufragânea da Sé Metropolitana de São Salvador da Bahia, criada na mesma data. A esta ficou também subordinada a Diocese de Olinda. Da Diocese do Rio de Janeiro foram posteriormente desmembradas 131 arquidioceses, dioceses, e prelazias.

Posteriormente, pela bula “Ad universas orbis ecclesias”, do Papa Leão XIII, de 27 de abril de 1892, foi reorganizada a hierarquia eclesiástica no Brasil, que até então constava de apenas um arcebispado, o de São Salvador da Bahia e de 11 bispados sufragâneos. Na ocasião foram criadas duas províncias eclesiásticas: uma com sede em São Salvador da Bahia, e a outra, o Bispado do Rio de Janeiro, elevado à categoria de Sé Metropolitana.

Revendo a história, Dom Orani fez questão de, durante a celebração, falar sobre os desafios – próprios de cada época –, enfrentados pelos que o precederam e reafirmar a importância da caminhada eclesiástica realizada por Dom João Esberard, Dom Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti, Dom Sebastião Leme da Silveira Cintra, Dom Jaime de Barros Câmara, Dom Eugenio de Araujo Sales e Dom Eusébio Oscar Scheid — todos seus antecessores no âmbito do arcebispado arquidiocesano.

— Creio que o primeiro desafio de hoje é poder aprofundar a fé do nosso povo, para que possa responder, não só teoricamente mas com a vida e através do testemunho, que desejam viver em Cristo, que são cristãos e que caminham com a Igreja, destacou Dom Orani.

Um grande desafio que se apresenta nesses 120 anos de Arquidiocese é a Jornada Mundial da Juventude (JMJ RIO2013), que será realizada em julho do próximo ano. Para o Arcebispo, mais do que um desafio, a JMJ RIO2013 é um momento de graça que se apresenta durante seu arcebispado.

— Creio que cada Arcebispo foi respondendo aos desafios que foram aparecendo durante sua época. Hoje, aparentemente, a Jornada é um desafio, mas é também uma graça. É um desafio porque precisamos organizá-la e fazemos isso com muita alegria, mas é uma graça também pois sabemos que o Rio de Janeiro vai receber aqui jovens do mundo inteiro, de todas as línguas, nações e costumes. Se a Jornada Mundial da Juventude é o desafio que vai marcar a história do meu arcebispado só o tempo pode dizer, mas espero que seja uma marca positiva de evangelização da juventude, ressaltou.

Depois da reflexão foi realizado o Te Deum e o Arcebispo do Rio deu a benção com o Santíssimo Sacramento. No término da cerimônia, juntamente com os Bispos Auxiliares, sacerdotes, seminaristas e fiéis, Dom Orani depositou uma coroa de flores no túmulo de Dom Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti - primeiro Cardeal do Brasil e da América Latina e segundo Arcebispo do Rio de Janeiro –, em homenagem a todos os Arcebispos falecidos.
Um show de luz e som, que conta a história da construção da Igreja e a chegada da família real, também fez parte da programação das comemorações dos 120 anos da Arquidiocese e pôde ser visto pelos presentes.

* Fonte histórica: Anuário Eclesiástico Arquidiocese do Rio de Janeiro

* Fotos: Gustavo de Oliveira

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Te Deum pelos 120 anos da Arquidiocese do Rio de Janeiro

A Arquidiocese do Rio, que foi eregida pelo Papa Leão XIII, em 27 de abril de 1892, prepara uma grande festa pelos seus 120 anos. As comemorações serão na Paróquia Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, no centro da cidade, dia 27 de abril.
Na programação, a partir das 12h, haverá uma apresentação sobre a história da arquidiocese, um Te Deum e um concerto com peças musicais do padre José Maurício, interpretadas pelo Coral da Casa Julieta de Serpa.
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De prelazia à arquidiocese
Quando foi fundada a Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro em 1565, seu território ficou sujeito à jurisdição espiritual do bispo da Bahia, até que, pelo breve “In superemminenti militantis Ecclesiae”, do Papa Gregório XIII, de 19 de julho de 1575, foi criada a prelazia. Desmembrada do Bispado da Bahia, o território da nova prelazia estendia-se desde a Capitania de Porto Seguro até o Rio da Prata.
Em 16 de novembro de 1676, a bula do Papa Inocêncio XI “Romani Pontificis pastoralis sollicitudo” elevou a antiga Prelazia de São Sebastião à categoria de diocese, sufragânea da Sé Metropolitana de São Salvador da Bahia, criada na mesma data. A esta ficou também subordinada a Diocese de Olinda.
Da Diocese do Rio de Janeiro foram posteriormente desmembradas 131 arquidioceses, dioceses, e prelazias.
Posteriormente, pela bula “Ad universas orbis ecclesias”, do Papa Leão XIII, de 27 de abril de 1892, foi reorganizada a hierarquia eclesiástica no Brasil, que até então constava de apenas um arcebispado, o de São Salvador da Bahia e de 11 bispados sufragâneos.
Na ocasião foram criadas duas províncias eclesiásticas: uma com sede em São Salvador da Bahia, e a outra, o Bispado do Rio de Janeiro, elevado à categoria de Sé Metropolitana.
Desde então, foram os seguintes os arcebispos do Rio de Janeiro: Dom João Esberard, de 12/9/1893 a 22/1/1897; Dom Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti, de 31/8/1897 a 18/4/1930; Dom Sebastião Leme da Silveira Cintra, de 18/4/1930 a 17/10/1942; Dom Jaime de Barros Câmara, de 15/9/1943 a 18/2/1971; Dom Eugenio de Araujo Sales, de 27/3/1971 a 25/7/2001; Dom Eusébio Oscar Scheid, SCJ, de 22/9/2001 a 27/2/2009; e Dom Orani João Tempesta, O.Cist, desde 19/4/2009.
A Arquidiocese do Rio tem como padroeiro principal São Sebastião e como padroeira secundária Sant’Ana, cujas estátuas, esculpidas em granito pelo escultor Humberto Cozzo, estão na Catedral Metropolitana.
LEGENDA: Fachada da Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé.
Fonte: jornal Testemunho de Fé - da redação (fonte: Anuário eclesiástico)

domingo, 22 de abril de 2012

Aviso para o Dia 23 de abril

Na próxima segunda-feira é dia de São Jorge e feriado na cidade do Rio de Janeiro. A Santa Missa na Capela ocorrerá normalmente às 18 horas, porém não haverá Grupo de Oração nessa data.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Festa de São Jorge no Centro do Rio


A Igreja de São Jorge, na Praça da República, no centro da cidade, começou na quarta-feira, dia 18 de abril, às 12h, o tríduo em preparação aos festejos do padroeiro, com o tema “São Jorge, o discípulo fiel, anunciador do Evangelho”.


No dia dedicado ao Santo, próxima segunda-feira, 23 de abril, a Missa da Alvorada será às 5h, e depois, a partir das 7h, haverá missa campal junto à Praça da República, de hora em hora, até às 16h. A festa nesse dia termina com uma cerimônia, às 20h, no interior da igreja Matriz. Este ano, a procissão será no dia 29, último domingo do mês, às 9h, pelas ruas do centro da cidade.

Foto Antiga da capelinha do Menino Jesus

A foto é do final da década de 1990. A parede do prédio ao lado ainda não era pintado de rosa e as molduras em pedra do portão de entrada e das janelas da frente ainda era escondidas por uma tinta cor prata.

sábado, 14 de abril de 2012

Grupo Jovem Menino Deus vem aí!

Jovens!

O mais novo Grupo Jovem da Capela do Menino Deus está se formando no Centro do Rio de Janeiro.

Início: 27 de maio de 2012 (Domingo de Pentecostes)
Horário: 9h

A partir dessa data, o grupo se reunirá todos os domingos na Igreja para a Santa Missa às 9h e em seguida para o Grupo Jovem às 10h.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Restauração da Âmbula

Âmbula é o vaso sagrado, também chamado de cibório ou píxide, onde se guardam as hóstias consagradas. Tal objeto, merece o devido zelo e por isso foi restaurado com a ajuda de toda comunidade que contribui de diversas formas com a manutenção e o zelo de nosso templo em geral. A âmbula restaurada estará a disposição das cerimônias Eucarísticas a partir do próximo domingo, segundo da Páscoa.


Âmbula antes e depois da restauração

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Nosso Blog está de roupa nova!

Foi inaugurado na noite da última terça-feira, o novo lay-out de nosso Blog. Esperamos que todos gostem! Fiquem com Deus!

domingo, 8 de abril de 2012

Alegrai-vos! É a Páscoa de Nosso Salvador!


Na manhã desse Domingo de Páscoa, a comunidade se reuniu em duas Missas para a celebração da Ressurreição de Cristo às 8h e 9h.

1. Cantai, cristãos, afinal:
"Salve ó vítima pascal!"
Cordeiro inocente, o Cristo
Abriu-nos do Pai o aprisco.

2. Por toda ovelha imolado,
do mundo lava o pecado.
Duelam forte e mais forte:
É a vida que vence a morte.

3. O Rei da vida, cativo,
foi morto, mas reina vivo!

Responde, pois, ó Maria:
No caminho o que havia?

4. "Vi Cristo ressucitado,
o túmulo abandonado.
Os anjos da cor do sol,
Dobrado no chão o lençol.

5. O Cristo que leva aos céus,
caminha à frente dos seus!"
Ressucitou, de verdade:
Ó Cristo Rei, piedade!

sábado, 7 de abril de 2012

Celebrações da Páscoa na Capela do Menino Deus

Nesse sábado, celebramos em nossa Paróquia de Santo Antônio, a Vigília Pascal com a Bênção do Fogo, da água, Ladainha dos Santos e renovação das promessas do Batismo. O Círio Pascal que representa Cristo, a coluna da Igreja, foi acesso e assim ficará até o Domingo de Pentecostes.
A Capela Menino Deus já está preparada para a Solenidade da Ressurreição do Senhor nesse domingo, 8 de abril, quando Padre Eduardo Braga presidirá a celebração às 8h e 9h. Após dois dias sem ornamentação alguma, a Igreja se enche de flores e o tapete vermelho é colocado em honra Aquele que se entregou por todos nós.

Ofício das Leituras - Sábado Santo


O altar está desnudo, o igreja sem nenhum tipo de ornamentação e o sacrário está vazio. Meditemos, portanto, a belíssima leitura do Ofício das Leituras do dia de hoje:

"Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há séculos. Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos. 

Ele vai antes de tudo à procura de Adão, nosso primeiro pai, a ovelha perdida. Faz questão de visitar os que estão mergulhados nas trevas e na sombra da morte. Deus e seu Filho vão ao encontro de Adão e Eva cativos, agora libertos dos sofrimentos. 

O Senhor entrou onde eles estavam, levando em suas mãos a arma da cruz vitoriosa. Quando Adão, nosso primeiro pai, o viu, exclamou para todos os demais, batendo no peito e cheio de admiração: “O meu Senhor está no meio de nós”. E Cristo respondeu a Adão: “E com teu espírito”. E tomando-o pela mão, disse: “Acorda, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará. 

Eu sou o teu Deus, que por tua causa me tornei teu filho; por ti e por aqueles que nasceram de ti, agora digo, e com todo o meu poder, ordeno aos que estavam na prisão: ‘Saí!’; e aos que jaziam nas trevas: ‘Vinde para a luz!’; e aos entorpecidos: ‘Levantai-vos!’ 

Eu te ordeno: Acorda, tu que dormes, porque não te criei para permaneceres na mansão dos mortos. Levanta-te dentre os mortos; eu sou a vida dos mortos. Levanta-te, obra das minhas mãos; levanta-te, ó minha imagem, tu que foste criado à minha semelhança. Levanta-te, saiamos daqui; tu em mim e eu em ti, somos uma só e indivisível pessoa. 

Por ti, eu, o teu Deus, me tornei teu filho; por ti, eu, o Senhor, tomei tua condição de 
escravo. Por ti, eu, que habito no mais alto dos céus, desci à terra e fui até mesmo sepultado debaixo da terra; por ti, feito homem, tornei-me como alguém sem apoio, abandonado entre os mortos. Por ti, que deixaste o jardim do paraíso, ao sair de um jardim fui entregue aos judeus e num jardim, crucificado. 

Vê em meu rosto os escarros que por ti recebi, para restituir-te o sopro da vida original. Vê na minha face as bofetadas que levei para restaurar, conforme à minha imagem, tua beleza corrompida. 

Vê em minhas costas as marcas dos açoites que suportei por ti para retirar de teus ombros o peso dos pecados. Vê minhas mãos fortemente pregadas à árvore da cruz, por causa de ti, como outrora estendeste levianamente as tuas mãos para a árvore do paraíso. 

Adormeci na cruz e por tua causa a lança penetrou no meu lado, como Eva surgiu do teu, ao adormeceres no paraíso. Meu lado curou a dor do teu lado. Meu sono vai arrancar-te do sono da morte. Minha lança deteve a lança que estava dirigida contra ti. 

Levanta-te, vamos daqui. O inimigo te expulsou da terra do paraíso; eu, porém, já não te 
coloco no paraíso mas num trono celeste. O inimigo afastou de ti a árvore, símbolo da vida; eu, porém, que sou a vida, estou agora junto de ti. Constituí anjos que, como servos, te guardassem; ordeno agora que eles te adorem como Deus, embora não sejas Deus. 

Está preparado o trono dos querubins, prontos e a postos os mensageiros, construído o leito nupcial, preparado o banquete, as mansões e os tabernáculos eternos adornados,abertos os tesouros de todos os bens e o reino dos céus preparado para ti desde toda a eternidade”. 

Vídeo da Sexta-Feira Santa na Arquidiocese do RJ

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Sexta-Feira Santa na Arquidiocese do Rio de Janeiro

No dia em que lembramos a Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Igreja nos convida a seguir com Jesus o caminho até o Calvário. Todos nós devemos nos gloriar na Cruz de Nosso Senhor.

Para isso, as comunidades das Igrejas de Sant'Ana, Santo Antônio dos Pobres e Menino Deus se reuniram em cerca de 100 pessoas e realizaram a Procissão do Encontro que iniciou-se às 14h na Igreja de Sant'Ana com a comunidade levando a imagem do Senhor dos Passos e encontrou-se com a imagem de Nossa Senhora das Dores levada pela comunidade da Paróquia de Santo Antônio dos Pobres na Praça Cruz Vermelha na frente do INCA. A Procissão do Encontro terminou na Catedral de São Sebastião com os jovens entrando na Igreja com a cruz em mais um ato de preparação para a JMJ 2013.

O Bispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, presidiu a Ação Litúrgica na Catedral às 15h. Foram duas horas de orações e Adoração à Cruz. Após, cerca de 2000 pessoas saíram em procissão pelas ruas do Centro com a imagem do Senhor Morto. 

Nos Arcos da Lapa, cerca de 5000 pessoas assistiram ao Auto da Paixão às 19h que começou com o sermão da montanha, passou pela Ceia, na crucificação e terminou na ressurreição de Cristo.

Colaboração: Ariel Carvalho

Papa reza Via Sacra em Roma

A Via Sacra com o Papa Bento XVI reuniu centenas de católicos ao redor do Coliseum, em Roma, nesta Sexta-Feira Santa.

Fotos: Globo.com

Comunidade se reúne para hora Santa nessa Sexta da Paixão

Ofício das Leituras
A comunidade se reuniu na manhã desta sexta Santa, na Capela do Menino Deus, para o Ofício das Leituras juntamente com Padre Eduardo, nosso Pároco. Também foi feita a Via Sacra e foi rezado o Terço da Misericórdia. Além disso, Padre Abdias atendeu confissões durante toda a manhã e a Igreja foi fechada por volta das 11h. Lembramos que durante o resto dia a Capela ficará fechada.

Aproveitamos para convidar à todos para participarmos ativamente das ações realizadas pela Arquidiocese do Rio nessa sexta-feira iniciando-se com a Procissão do Encontro que sairá da Igreja de Sant'Ana às 13h com a imagem de Jesus e se encontrará às 14:30 com a imagem de Nossa Senhora das Dores na Praça Cruz Vermelha que será levada pela Igreja de Santo Antônio dos Pobres, onde terminará com a Ação Litúrgica da Paixão na Catedral de São Sebastião às 15h, seguida da Procissão do Senhor Morto pelas ruas do Centro e Auto da Paixão nos Arcos da Lapa.

Local preparado para confissões
Amanhã, sábado, a Capela do Menino Deus volta a abrir às 8:30 para a Oração de Laudes e Ofício das Leituras realizado pelo Padre Eduardo. A Igreja ficará aberta até às 11h e haverá confissões novamente por toda a manhã. A Vigília Pascal será realizada na Paróquia de Santo Antônio dos Pobres às 17h na Rua dos Inválidos, 37.

No Domingo da Ressurreição, a Capela do Menino Deus abre às 7:30 e haverá Missas Solenes às 8h e 9h.

Via Sacra
Desejamos à todos uma feliz e Santa Páscoa na presença do Cristo Ressuscitado!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Comei e Tomai! Isto é o meu Corpo e meu sangue!

Faltava somente um dia para a Festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a hora de deixar este mundo e ir para o Pai. Ele sempre havia amado os seus que estavam neste mundo e os amou até o fim. Jesus e os seus discípulos estavam jantando. O Diabo já havia posto na cabeça de Judas, filho de Simão Iscariotes, a idéia de trair Jesus. Jesus sabia que o Pai lhe tinha dado todo o poder. E sabia também que tinha vindo de Deus e ia para Deus. Então se levantou, tirou a sua capa, pegou uma toalha e amarrou na cintura. Em seguida pôs água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha. Quando chegou perto de Simão Pedro, este lhe perguntou: - Vai lavar os meus pés, Senhor? Jesus respondeu: - Agora você não entende o que estou fazendo, porém mais tarde vai entender! - O senhor nunca lavará os meus pés! - disse Pedro.- Se eu não lavar, você não será mais meu discípulo! - respondeu Jesus. - Então, Senhor, não lave somente os meus pés; lave também as minhas mãos e a minha cabeça! - pediu Simão Pedro. Aí Jesus disse: - Quem já tomou banho está completamente limpo e precisa lavar somente os pés. Vocês todos estão limpos, isto é, todos menos um. Jesus sabia quem era o traidor. Foi por isso que disse: "Todos menos um." Depois de lavar os pés dos seus discípulos, Jesus vestiu de novo a capa, sentou-se outra vez à mesa e perguntou: - Vocês entenderam o que eu fiz? Vocês me chamam de "Mestre" e de "Senhor" e têm razão, pois eu sou mesmo. Se eu, o Senhor e o Mestre, lavei os pés de vocês, então vocês devem lavar os pés uns dos outros. Pois eu dei o exemplo para que vocês façam o que eu fiz. 

Missa Crisma foi celebrada na manhã da Quinta Santa

Com a Missa do Crisma e a renovação das promessas sacerdotais, a Arquidiocese do Rio de Janeiro iniciou a Quinta- Feira Santa, 5 de Abril. A Missa, realizada na Catedral de São Sebastião, foi presidida pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta e concelebrada pelos Bispos Auxiliares Dom Antonio Augusto Duarte, Dom Nelson Francelino, Dom Paulo Cezar, Dom Pedro Cunha, Dom Edson de Castro Homem, pelo Bispo Auxiliar Emérito, Dom Assis Lopes e pelo Vigário Episcopal para a Vida Consagrada, Dom Roberto Lopes. Estiveram presentes também os Vigários Episcopais dos sete Vicariatos da Arquidiocese, além de demais sacerdotes, diáconos e seminaristas.

No início da celebração, Dom Orani saudou o povo de Deus que esteve presente e também os que acompanhavam pela Rádio Catedral e Web TV Redentor. Ele lembrou o fim da Quaresma e explicou o significado da Missa do Crisma, também conhecida como Missa dos Santos Óleos.

- Terminamos a Quaresma e nos preparamos para começar o Tríduo Pascal rumo à Páscoa do Senhor. Hoje, nós celebramos a Missa do Crisma, onde abençoaremos os óleos que serão utilizados nos sacramentos e nossos sacerdotes também renovam os seus compromissos. Sabemos que o tempo da Quaresma, é um momento da renovação batismal. Mas nessa missa, temos a oportunidade de fazermos com que todos nós sacerdotes (...) renovemos a nossa missão presbiteral, afirmou.

Durante a Homilia, o Arcebispo destacou a beleza da ordenação e incentivou os sacerdotes presentes a renovarem a alegria do dom que receberam.

- (...) É colocar no coração de cada um de nós o desejo de renovar a nossa fé. Hoje, nós voltamos ao tempo e ao momento em que fomos ordenados padres quando se renovam as promessas presbiterais, nós nos recordamos de quando a fizemos pela primeira vez, diante das nossas comunidades, diante do bispo que nos ordenou..., refletiu.

Dom Orani pediu que os sacerdotes continuem firmes no Senhor e que permaneçam engajados no trabalho de anunciar a Boa Nova por onde passam

- Convido a todos para que nessa manhã renovemos os nossos compromissos. Peçamos ao Senhor que nos dê esse dom de continuarmos firmes naquele chamado que recebemos. Que Ele nos dê a graça de podermos continuar servindo com alegria o povo de Deus, levando a santidade. Nos deixemos conduzir pelo Espírito Santo nesse tempo de missão, evangelização, trabalhos missionários... que nossos trabalhos sejam voltados para anunciar a Boa Notícia e levar as pessoas a serem discípulas do Senhor, motivou

Durante a celebração, os sacerdotes renovaram as promessas presbiterais e logo em seguida, o Arcebispo do Rio abençoou os Óleos dos Catecúmenos, Crisma e Unção dos Enfermos, que serão usados durante todo o ano nas Igrejas do Rio. Após a consagração do Crisma, três representantes de cada vicariato subiram ao altar, junto de seus respectivos vigários episcopais, e receberam os Santos óleos.

“Que o pão da vida nos revigore no nosso sim”
Para o coordenador da Pastoral da Saúde Presbiteral, Monsenhor Gustavo Auller a Missa do Crisma vai além de um momento de comunhão junto ao Arcebispo, essa também é a oportunidade de se fortalecer na Graça do Senhor.

- A Missa de hoje é muito importante para os padres porque é um momento de renovarmos os nossos compromissos sacerdotais, não apenas de manifestar uma unidade e uma comunhão com o bispo e todos os irmãos presbíteros, mas também é um momento de podermos nos sentir fortalecidos com a graça de Deus e também manifestar publicamente o desejo de confirmar esse nosso propósito de nos colocarmos a serviço do Reino de Deus, opinou.

Segundo o Vigário Episcopal do Vicariato Leopoldina, padre Alex Siqueira, é essencial que todos os membros do clero estejam em unidade com o Cristo sacerdote:

- Nós somos sacerdotes do sacerdócio, que tem origem em Cristo Jesus. Por isso é muito importante estarmos sempre unidos ao Cristo Sacerdote. Hoje é um momento de agradecer e renovar nossos compromissos para permanecermos firmes em nossa missão, falou.

O Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Antônio Augusto acredita que apesar do presbítero ganhar experiência com o passar dos anos, a vida sacerdotal deve estar sempre em renovação:

- A vida é uma renovação e a vocação também tem que se rejuvenescer. Apesar da idade avançar e os anos de sacerdócio se amadurecerem, a vida sacerdotal deve estar sempre em constante renovação para termos essa juventude de Cristo. Quando o sacerdote vai ao altar, ele pode rezar interiormente: "Eu irei ao altar de Deus, ao Deus que dá alegria à minha juventude" e a vocação é uma grande alegria, por isso devemos renová-la diariamente, concluiu.

FONTE: Portal da Arquidiocese do Rio

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Saiba mais sobre a Semana Santa e suas celebrações

Com a celebração do Domingo de Ramos no último domingo, 1º de abril, os católicos iniciaram a Semana Santa, que todos os anos mobiliza milhares de fiéis para reviverem os últimos passos de Jesus Cristo. Diversas tradições são realizadas ao longo de toda a semana em preparação ao acontecimento mais importante para os religiosos: a Páscoa do Senhor.

Ao longo deste tempo, a Igreja apresenta a liturgia como momento, por excelência, para a vivência da fé. A liturgia não é apenas o rito em que é celebrada e, de maneira alguma, um teatro acerca de coisas passadas. Na liturgia se atualiza o mistério celebrado. Ela transcende a própria existência do homem. Aquilo que é divino, inefável, entra na imanência humana, do tempo e espaço, de maneira maravilhosa e misteriosa.

— A maneira de viver a Semana Santa é vivenciar os sacramentos, celebrar de corpo e alma a liturgia sagrada. Experimentamos que somos frágeis e pecadores; por isso mesmo é que necessitamos de nos aproximar do Senhor, que espera a nossa presença pródiga na vivência de seus mistérios. Aproximar-se dos sacramentos é viver a graça de Deus, derramada abundantemente pela “aspersão do sangue do Cordeiro”. Fazer Páscoa, viver bem este tempo de graça é imperativo para quem segue Jesus, fazendo da própria vida a grande celebração ao Deus que nos criou e, chegando o ápice de sua revelação, nos redimiu em Cristo, Senhor Nosso, afirmou o Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta.

Tradições populares
Nem todas as celebrações da Semana Santa são universais. Procissão do Encontro, na Quarta-feira Santa, Procissão do Fogaréu, conhecida também como Noite da Prisão, Procissão do Enterro ou do Senhor Morto são algumas ações que não são realizadas em todas as paróquias.

De acordo com o Assessor da Pastoral Litúrgica da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Padre Hernaldo Pinto Farias, estas não são celebrações prescritas pela Igreja para a Semana Santa, mas fazem parte do universo da religiosidade popular e acabam sendo mais intensas em alguns lugares e em outros não.

Essas tradições podem ser vistas como práticas da piedade popular, o que a Igreja não condena. De acordo com Padre Hernaldo, a piedade popular tem o seu valor na experiência de fé do povo; são práticas que ajudam o povo a se colocar nessa intimidade com o Senhor.

— É uma forma de eles manifestarem sua fé, à sua maneira, sim, mas o que temos que fazer que a Igreja sempre solicitou é que essas práticas não sejam fins em si mesmas, ou seja, que elas conduzam à verdadeira liturgia, ressaltou.

Semana Santa
Missa de Ramos: abre a Semana Santa. Na procissão, o louvor do povo com os ramos é o reconhecimento messiânico da pessoa de Jesus
Tríduo Pascal: começa na Quinta-feira Santa. São três dias santos em que a Igreja faz memória da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo.

Missa dos Santos Óleos: acontece na manhã da Quinta-feira Santa. O óleo de oliva misturado com perfume (bálsamo) é consagrado pelo Bispo para ser usado nas celebrações do Batismo, Crisma, Unção dos Enfermos e Ordenação.
Missa de Lava pés: acontece na Quinta-feira Santa à noite. O gesto de Cristo ao lavar os pés dos apóstolos deve despertar a humildade, mansidão e respeito com os outros. Neste dia, faz-se memória à Última Ceia, quando Jesus instituiu a Eucaristia. Ainda na quinta-feira, o altar é despido para tirar da igreja todas as manifestações de alegria e de festa, como manifestação de um grande e respeitoso silêncio pela Paixão e Morte de Jesus.


Jejum e abstinência de carne vermelha: realizados na Sexta-feira Santa, constituem uma forma de participar do sofrimento de Jesus. É um dia alitúrgico na Igreja, com a celebração da adoração da Cruz. Impera o silêncio e clima de oração, fazendo memória à paixão e morte do Senhor.

Vigília Pascal: é realizada no Sábado de Aleluia, em que se vai anunciar a ressurreição de Cristo; sua vitória sobre a morte.

Programação oficial do Tríduo Pascal na Arquidiocese do Rio
Na Catedral de São Sebastião, no Centro, o Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, presidirá, na Quinta-feira, a Missa do Crisma (dos Santos Óleos), às 9h. Nesse mesmo dia, a Missa da Ceia do Senhor será celebrada, às 18h, na Igreja da Candelária, por Dom Orani, e na Catedral, por Monsenhor Aroldo Ribeiro.

Na Sexta-feira Santa, às 13h, haverá a Procissão do Encontro, com saída da imagem de Nossa Senhora das Dores da Igreja de Sant’Ana, na Praça Onze, em direção à Catedral de São Sebastião. Neste mesmo dia, a Liturgia da Paixão será presidida por Dom Orani, às 15h, na Catedral de São Sebastião, seguida da Procissão do Senhor Morto.

No Sábado Santo, Dom Orani presidirá a Vigília Pascal, às 20h, na Catedral de São Sebastião. No domingo de Páscoa, o Arcebispo do Rio presidirá Missa, às 10h, na igreja mãe da Arquidiocese e, depois, no subsolo, participará de uma confraternização e almoço da população de rua.

WebTV Redentor transmitirá Semana Santa
As celebrações oficiais do Tríduo Pascal da Arquidiocese do Rio serão transmitidas ao vivo pela WebTV Redentor. Assim como os outros veículos de comunicação oficiais da Arquidiocese, o canal da Web também fará coberturas jornalísticas destacando pontos importantes da Semana Santa como, por exemplo, a Missa do Lava Pés e o Auto da Paixão.

Veja a programação das transmissões ao vivo:
Quinta-feira Santa (5 de abril) às 8h30min – Missa dos Santos Óleos

Sexta-feira Santa (6 de abril) às 15h – Celebração da Paixão do Senhor

Sábado Santo (7 de abril) às 20h – Missa de Vigília Pascal

Domingo de Páscoa (8 de abril) às 10h – Missa de Páscoa

* Fontes: Jornal Testemunho de Fé, Canção Nova e Portal da Arquidiocese do RJ

terça-feira, 3 de abril de 2012

Auto da Paixão na Sexta-Feira Santa reunirá pessoas no Arco da Lapa

A Associação Cultural da Arquidiocese do Rio de Janeiro promete novidades no próximo dia 6 de abril (sexta-feira da Semana Santa), às 19h: seu tradicional Auto da Paixão, que acontece há 42 anos nos Arcos da Lapa, terá uma efetiva linguagem teatral, a exemplo de outras encenações realizadas pelo país. Um telão pontuará os momentos mais emocionantes do espetáculo e efeitos de luzes trarão mais veracidade ao momento. A trilha sonora mistura música clássica com a eletrônica para atrair também o público jovem. Apresentado numa versão moderna, o Auto é encenado por 33 atores da Companhia de Teatro Julieta de Serpa.

FONTE: Rádio Catedral FM

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