segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Exposição na Igreja da Tijuca comemora aniversário do RJ

A Igreja de São Sebastião, na Tijuca, preparou uma programação especial para o aniversário da Cidade Maravilhosa. A Igreja — que guarda três relíquias históricas da cidade: a pedra fundamental que deu origem ao Rio de Janeiro, os restos mortais de Estácio de Sá e a imagem do Santo Padroeiro que teria sido trazida pelo próprio Estácio de Sá para a fundação da cidade — realizará de 27 de fevereiro a 1º de março um resgate da memória da Cidade.
Confira a programação:

27/02 - segunda-feira
19h: Missa por Estácio de Sá e abertura da exposição de fotografias dentro da Igreja (imagens desde o morro do Castelo);

28/02 - terça-feira
18h: Missa
20h: Hora Santa da Gratidão. Momento Cívico com a presença de autoridades municipais;

29/02 - quarta-feira
18h: Missa
20h: Conferência sobre "O Rio de Janeiro e Estácio de Sá", pelo historiador e especialista em História do Rio de Janeiro, professor Júlio de Albuquerque Calazans Maia;

01/03 - quinta-feira
18h: Missa
19h: Distribuição de bolo e  presença de cantores da antiga RADIO NACIONAL. "O Rio cantado em versos e Músicas". Apresentação de: Osmar Frazão, locutor da Radio Nacional e participação de: Bráz do Acordeon, Regional de Devi Cruz, João Roberto Kelly, Roberto Paiva, AdemildeFonseca, Ronaldinho do Cavaquinho, Eimar Fonseca, Ataulfo Alves Junior, Jairo Aguiar, Alberto Gimo, Klaudir Alves.

Tríduo histórico
A importância histórica da Igreja de São Sebastião dos Frades Capuchinhos reside no fato de que desde 1842, os frades são os guardiões das relíquias da cidade do Rio de Janeiro.

São encontrados sinais da fundação desde a entrada da Igreja. Logo na fachada está retratado um mural da chegada de Estácio de Sá no momento da fundação da cidade. Dentro da igreja há um vitral lembrando a Batalha das Canoas e os restos mortais do fundador.

Também a imagem que chegou junto com os portugueses, em 1565, está sob a guarda dos frades.

Vale ressaltar que a imagem peregrina de São Sebastião, que percorre a cidade, é uma réplica da imagem histórica.
A Igreja fica à Rua Haddock Lobo, 266, Tijuca.

ARQ RIO

Após Carnaval, porta da Capela fica suja,,,

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Mensagem de Dom Orani para Quaresma

Quaresma: momento para descobrir que o amor é possível
Em poucos dias, na Quarta-Feira de Cinzas, começaremos um período forte da nossa fé católica: a Quaresma. O tempo da Quaresma, eminentemente penitencial, em preparação para a Páscoa é o propício momento em que todos nós, fiéis batizados, somos convidados a intensificar a vida de oração, penitência e caridade, com realce especial ao jejum e à abstinência. Contudo, só se compreende a Quaresma através do olhar de um Deus que se encarna, morre e ressuscita por amor a cada um de nós. Isto mesmo, Deus mergulha na epopeia e na tragédia da vida humana para nos resgatar das correntes do pecado e dar-nos a vida eterna.
A Quaresma está intimamente conectada com o desejo de felicidade e infinito latentes em cada coração humano. Sem ela não se entende o ser cristão, sem ela não se entendem os mistérios da indigência e grandeza humana. Constata-se por muitos espaços da vida humana um mar de tristezas e frustações. A depressão, segundo dizem, é o mal de nosso século. Nunca sentimos tanta falta de infinito, e nunca estivemos tão presos ao efêmero, ao passageiro, ao transitório, aquilo que não gera relações humanas, valorizando demasiadamente o virtual e se esquecendo do real, da dor, das misérias, da pobreza, da violência e das misérias morais que relativizam o belo, o sagrado, gerando a cultura do descartável.
O que impede o coração humano de encontrar a felicidade? Muitas são as respostas, muitos estudos são apresentados diariamente nos meios de comunicação. Buscam-se explicações psicológicas, sociais, econômicas, políticas, etc. Mas, são poucos os que chegam ao fundo do problema. A verdadeira e plena felicidade só será alcançada quando passarmos pela via quaresmal, que é o caminho de purificação e penitência que nos liberta, através da graça, dos grilhões do pecado.
quaresma cruz conversão jejum penitência
O pecado é o maior obstáculo. Infelizmente, estamos imersos numa cultura que o comercializa. O mais triste é que buscando a felicidade, a humanidade parece afundar-se cada vez mais no lodo e morre sufocada pelo veneno do pecado que destrói almas e sonhos. E a própria sociedade que promove esse tipo de vida, se questiona dos porquês dessas realidades que contaminam o orbe, sem se importar com as condições econômicas ou sociais das pessoas.
A maior alienação é a incapacidade de perceber o quanto o ser humano se quebra quando se entrega ao pecado. Existe uma desintegração espiritual que se manifesta na sociedade e prolifera em estruturas. Ele nasce pessoal e, em proporção com a matéria, gravidade e circunstâncias, gera o mal social.
O reconhecimento de nossas misérias e fraquezas diárias é o primeiro passo para o encontro profundo consigo mesmo e com Deus. O pecado é desintegração da nossa natureza e aliena nossa vida da realidade eterna a qual todos nós somos chamados. A penitência não é masoquismo, mas reconhecer de modo concreto e visível a nossa indigência e necessidade. Ela nos coloca no caminho do perdão, que é resgate da unidade perdida pelo mal.
quaresma cruz conversão jejum penitência
O salmo penitencial 50(51) exclama com beleza poética o drama do pecado e recuperação do rei Davi. A primeira coisa que o pecado ataca é nossa consciência, ou seja, a capacidade de perceber e distinguir o mal e o bem. O rei Davi possui a graça de ter um grande amigo, o profeta Natã. Este sem medo das consequências e guiado pela força do Espírito Santo acusa Davi do seu pecado. A paz e a felicidade voltam ao rosto do rei de Israel, apenas quando reconhece e deseja reparar o mal cometido.
O pecado nos coloca no sono mais profundo e nos impede de encontrar a paz que deve reinar em nossas vidas. Só através da paz, que nasce do encontro arrependido com Cristo misericordioso, poderemos encontrar a felicidade. Os verdadeiros amigos são aqueles que nos ajudam a despertar e ver a realidade em toda sua complexidade, como fez Natã com Davi. Eles são capazes disso, não porque sabem mais ou são mais capacitados, mas sim, porque nos amam. Como está escrito em Eclesiástico: “O amigo fiel é poderoso refúgio; quem o descobriu, descobriu um tesouro” (Eclo 6,14).
A crise de felicidade está proporcionalmente relacionada com uma crise de amizade. Poucos encontram verdadeiros amigos. Muitas vezes não sabemos ser bons amigos. Neste clima de preparação para a JMJ Rio2013, conclamo ao jovem: desperte, através do encontro com Cristo, o dom da amizade. Não se pode ser cristão sozinho. Jovem evangeliza jovem. Com razão impacta positivamente a milhões de pessoas a participação nas jornadas mundiais da juventude, no encontro com Cristo juntamente com o Santo Padre, o Papa. Nessas jornadas os jovens descobrem que a amizade já existe entre eles, pois todos possuem em comum o grande amigo Jesus Cristo, aquele que nunca nos abandona.
Dizem que hoje as pessoas não querem se relacionar, desejam apenas se “conectar”, pois é mais fácil “colocar o outro em off”. O medo em criar laços sólidos brota, em muitos casos, da incerteza do amor. O pecado apaga de nossas vidas a certeza de que é possível amar. A fragmentação de nosso ser oriunda do pecado nos impede de confiar no outro.
Assim, neste importante tempo de Quaresma despertemos novamente o desejo de felicidade. Purifiquemos nossas almas do pecado que obstaculiza o encontro com Cristo, amigo capaz de nos guiar com passos seguros. Como o rei Davi, peçamos a Deus piedade por nossos pecados. Não tenhamos medo de reconhecer nossas transgressões.
Deus conhece nosso ser, ama a verdade e nos ensina a sabedoria. Ele nos dá a felicidade, o júbilo e nos purifica de todas as iniquidades, fazendo-nos “mais brancos do que a neve”. Sobretudo, Deus cria em cada um de nós um coração novo através da penitência e do perdão sacramental. A via quaresmal bem vivida despertará em nós um espírito firme e devolverá o júbilo da salvação (cf. Sl 50).
Que nesta Quaresma tenhamos a coragem de fazer uma passagem profunda de purificação do pecado para a graça no caminho bonito do itinerário do seguimento e discipulado do Redentor!
Fonte: jornal Testemunho de Fé - Dom Orani João Tempesta, O.Cist. Arcebispo da Arquidiocese do Rio

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Quarta de Cinzas: Missa as 17h

O início da Quaresma e da Campanha da Fraternidade 2012 terá início na Capela do Menino Deus com a Santa Missa presidida por nosso Pároco Eduardo Braga às 17 horas no dia 22 de fevereiro.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

JMJ 2013: a esperança de um RJ melhor e mais feliz!

CARNAVAL 2012: 2,3 MILHOES LOTAM AS RUAS DO CENTRO DO RIO PELO CORDAO DO BOLA PRETA. AO FINAL, SOBRARAM TONELADAS DE LIXO ESPALHADOS PELAS RUAS, PESSOAS EMBRIAGADAS TENTANDO BEIJAR A TODO CUSTO AS MENINAS QUE PASSAVAM, DEZENAS URINANDO NA RUA E ASSALTOS A LUZ DO DIA. ISSO É O CARNAVAL CARIOCA. ISSO É QUE DEIXA O POVO FELIZ? NA JMJ 2013 É OBRIGAÇÃO DE NÓS CATÓLICOS COLOCARMOS NO MÍNIMO 4 MILHÕES NAS RUAS DO RIO!!!!!!!!!!!!!!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Igreja de Santo Antônio dos Pobres é matéria em jornais

Jornal Extra
A Igreja de Santo Antônio dos Pobres esteve presente na Capa do Jornal Extra do dia 05/02/2012 sendo mencionado numa matéria sobre as rachaduras em construções da Rua dos Inválidos.

No Jornal da Arquidiocese do Rio O Testemunho de Fé, publicou matéria na edição 729 do dia 29/01/2012, escrita pela Pascom Menino Deus. O relato inteiro da matéria foi extraído de informações dadas pela própria igreja. Uma má interpretação dos fatos informados pela Igreja à Pascom Menino Deus, foi entendida que foram localizados corpos sepultados no local, quando na verdade seriam apenas indícios e não fatos.

Jornal O Testemunho de Fé
No Jornal Folha do Centro de edição 185 de fevereiro de 2012, confundiu as informações sobre a origem da Igreja, mencionando na matéria que a Igreja seria oriunda das carmelitas que lá se estabeleceram em 1750 e que seria mantida pela Sociedade São Vicente de Paulo. Tal informação foi pesquisada incorretamente sendo confundida com a história da Capela do Menino Deus na Rua do Riachuelo.

Jornal Folha do Centro
A história da Igreja de Santo Antônio já foi contada anteriormente em nosso blog e relata que No dia 15 de Agosto de 1807, na cidade do Rio de Janeiro, expressivo número de devotos de Santo Antônio, liderados por Antônio José de Souza Oliveira, tiveram a idéia de erguer um templo sob a invocação do grande Santo nascido em Lisboa e falecido em Pádua. Para tanto, Antônio Oliveira adquiriu um terreno na esquina da Rua dos Inválidos com a Rua do Senado no Centro do Rio por compra a D. Helena Maria da Cruz e o doou à então fundada Irmandade de Santo Antônio dos Pobres.

Antiga Igreja de Santo Antônio
Trabalhando com dedicação e fervor, e facilitando à sua custa todos os recursos necessários, a igreja, três anos após o seu começo, achava-se concluída em 1811, sendo então entregue ao povo com grande solenidade, tendo comparecido ao ato da inauguração a família real e todos os altos escalões da Corte Real da época.

Naquela época, a Igreja era um primitivo Templo de estilo barroco e que ficou conhecido como Igreja de Santo Antônio dos Pobres em razão da Igreja do Convento do Largo da Carioca, dos Franciscanos, ser naquela época freqüentada pela classe mais alta da Cidade. O povo humilde e pobre assistia às Missas e demais cerimônias religiosas do calendário litúrgico no modesto e harmonioso templo da Rua dos Inválidos. Tinha sua torre alta e pontiaguda, onde estavam pendentes os sinos, apresentava as linhas do estilo barroco. Cinco janelas de frente, sendo que uma na coluna da torre, três portas e dois óculos gradeados. Acima o frontão triangular com cimalha de cantaria. Do lado da Rua do Senado uma série de janelas revestidas de grades de ferro dando para o corredor da igreja e para as tribunas. Por dentro o seu aspecto era tão pobre que parecia uma predestinação do próprio título do seu padroeiro, pois a Venerável Irmandade de Santo Antônio dos Pobres nunca conseguira formar patrimônio semelhante ao das demais agremiações congêneres.

Presbitério da antiga Igreja
Mesmo concorrido pelo povo simples, foi ele visitado várias vezes pelo Príncipe Regente, mais tarde Dom João VI junto com Dona Carlota Joaquina, grandes devotos de Santo Antônio, que sempre se fez acompanhar de seus filhos e de personalidades da Corte. Dom João VI e Dona Carlota Joaquina que atribuiu à especial intercessão de Santo Antônio junto a Deus, a vitória de seus exércitos sobre os de Napoleão, expulsando-os do solo português. 

Em 1828 os Capuchinhos passaram a residir na Igreja, mas constantes divergências sobre o cotidiano na Igreja fez com que eles saíssem tempos depois.

Em 10 de dezembro de 1854, a humilde Igreja de Santo Antônio dos Pobres foi proclamada Paróquia após receber o título de Matriz.

Em 1940, obras urgentes se impuseram na Igreja. As constantes enchentes no local afetavam os alicerces e as paredes, os cupins se aproveitavam da umidade para proliferar e assim, a Venerável Irmandade de Santo Antônio dos Pobres, com o apoio da comunidade católica da região e liderança do então Provedor Comendador Antonio Parente Ribeiro, lançou-se ao trabalho da reconstrução do Templo. Grande parte do antigo templo foi destruído e em 23 de abril de 1940 foi lançada a pedra fundamental da nova Igreja. 

Em 13 de junho de 1942, o Pároco da época Monsenhor Magaldi com a Autorização do Cardeal Dom Sebastião Leme que não pôde comparecer devido a uma enfermidade, inaugurou a Capela-mor com metade da nave da Igreja já pronta.

Sem interrupção do culto, em 1946 ficou pronta por completa a nova Igreja já em estilo neoromântico, com belíssimos vitrais evocativos de passagens da vida de Santo Antônio. Era uma nova construção muito maior e já em quase nada lembrava aquela antiga de 1811. 

Uma curiosidade da cidade do Rio de Janeiro é que em tempos antigos haviam dezenas de oratórios espalhados por toda cidade que serviam de ponto de parada para que os transeuntes rezassem. Um desses oratórios era o de Nossa Senhora dos Prazeres que ficara no Arco do Telles, mas que devido a acontecimentos com prostitutas, foi destruído e a imagem da santa foi transferida para a Igreja de Santo Antônio dos Pobres

Em 2004 ocorreu uma grande restauração na parte interna. Os afrescos, lustres e bancos foram totalmente reformados e algumas lâmpadas foram substituídas para deixar o ambiente mais claro.

Em dezembro de 2009, a Igreja passou por um grande transtorno. Devido à construção de um grande conjunto de condomínios num terreno bem ao lado da Igreja, o solo da região já abalado pelas constantes chuvas não aguentou e cedeu em alguns pontos da rua e a Igreja foi rapidamente afetada. Enormes rachaduras apareceram no chão e nas paredes o que fez com que fosse necessário interditá-la para obras emergenciais. Durante as reformas foram localizadas relíquias da Igreja primitiva como o piso. A previsão para a reabertura na Igreja é para 2012 e enquanto isso não for possível, um salão foi improvisado para que as cerimônias religiosas acontecessem do outro lado da rua no número 37.

Santo Antônio
A Igreja é famosa por suas festas no dia 13 de junho onde há uma Alvorada as 6 horas da manhã comandada por membros do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro. No dia de Santo Antônio, a Igreja fica aberta o dia inteiro com Missas e há distribuição constante de pães. De noite, o último dia da Trezena é festejado para que logo após seja celebrada a última Missa do Dia. A Procissão pelas ruas do Bairro sempre ocorre no Domingo seguinte ao dia 13 de junho pela tarde e após a chegada à Igreja é celebrada Missa Solene.

A Paróquia de Santo Antônio dos Pobres é responsável por três Capelas da região: Capela do Menino Deus na Rua Riachuelo datada de 1743 e reconstruída em 1925, a Capela do Hospital da Ordem Terceira do Carmo também na Rua Riachuelo datada de 1919 e a Capela São João de Deus do Corpo de Bombeiros do Município do Rio de Janeiro situada na Praça da República datada de 1941. A Paróquia de Santo Antônio dos Pobres pertence à Segunda Forania do Vicariato Episcopal Urbano da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro.

A história da Igreja de Santo Antônio é contada em nosso blog no menu PARÓQUIA logo abaixo do título do blog no link  http://capeladomeninodeus.blogspot.com/p/paroquia.html

Anulação de casamento não existe!

Certo dia um fiel perguntou ao sacerdote: “Padre, dá para anular o meu casamento?” A única resposta possível a ser dada a esse questionamento é: “não! Um matrimônio não pode ser anulado”. Mas essa resposta, embora corretíssima, não saciará, por certo, a necessidade daquela pessoa. É que por traz dessa pergunta há uma mistura de conceitos que pode confundir os cristãos, que nem sempre são esclarecidos.

O primeiro conceito a ser explicado refere-se justamente ao objeto da pergunta, expresso na palavra anulação. O que significa anular? Segundo o dicionário Aurélio, anular é invalidar, “reduzir a nada, destruir, eliminar, aniquilar” algo (ou alguém) que exista de fato. Portanto, anular significa fazer com que aquilo que tinha existência legítima deixe de tê-la.

Neste sentido, um matrimônio nunca pode ser anulado, simplesmente porque não é uma instituição humana apenas, mas divina. Ensina o Catecismo da Igreja Católica (CIC) que o “vínculo matrimonial é estabelecido pelo próprio Deus, de modo que o casamento realizado e consumado entre batizados jamais pode ser dissolvido” (nº 1.640).

Jesus disse: “O que Deus uniu o homem não separe” (Cf. Mt 19, 6; 5, 32; Lc 16, 18). Por isso, fiel ao Evangelho e a seu fundador, Jesus Cristo, a Igreja afirma que o vínculo matrimonial, “resultado do ato humano livre dos esposos e da consumação do casamento é uma realidade irrevogável e dá origem a uma aliança garantida pela fidelidade de Deus. Não cabe ao poder da Igreja pronunciar-se contra esta disposição da sabedoria divina” (cf. CIC 1640).

Imagem da fidelidade e do amor indissolúvel de Deus A união entre um homem e uma mulher existe na humanidade desde o início da criação. Essa realidade de ordem natural faz parte dos desígnios de Deus para a humanidade, porque Deus dispôs o homem e a mulher um para o outro para que “não fossem mais dois, mas constituíssem uma só carne” (Mt 19,5), e vivessem uma unidade conjugal, aberta à vida, à constituição de uma família com filhos.

Jesus elevou esta união à categoria de sacramento e deu à Igreja o entendimento de que o matrimônio “é imagem da incondicional fidelidade de Deus à Sua criação” e representa “a entrega de Cristo à Sua Igreja até a morte na Cruz” (cf. YouCat - Catecismo para Jovens, nº 263).

A fidelidade dos esposos ao vínculo matrimonial remete à fidelidade de Deus, que está sempre presente, mesmo quando nós o traímos e o esquecemos. É por isso que “casar-se pela Igreja significa confiar mais na ajuda de Deus que nas nossas próprias reservas de amor” (cf. YouCat, nº 263).

O presidente do Tribunal Eclesiástico do Rio, padre Enrique Pujol, complementou: “Por muito que a modernidade diga que a Igreja tem que se adaptar aos ‘novos tempos’, ela não pode ir contra a lei divina. Nós não pregamos letras, nós não pregamos o livro, pregamos uma pessoa: Cristo. E, pregando Cristo, eu não posso mudar as palavras d’Ele. A Igreja, portanto, não pode dissolver o matrimônio, porque o matrimônio, segundo a Palavra de Deus, é indissolúvel. E o matrimônio entre batizados se torna sacramento, se torna sinal do amor de Cristo, não só pela Igreja, mas pela humanidade toda. A esposa e o esposo estão tão intimamente unidos pelo sacramento que ninguém pode separá-los, porque simbolizam a união do Cristo com a Igreja e com a humanidade.”

Ato humano livre

Embora um matrimônio nunca possa ser anulado, pode ser considerado nulo. Isto porque para que realmente a celebração da união de um casal constitua verdadeiramente sacramento do matrimônio, a Igreja considera a troca de consentimento entre os esposos, batizados, como elemento indispensável. Se faltar o consentimento, não há casamento (CIC, nº 1067).

"O consentimento consiste num ato humano (livre) pelo qual os cônjuges se doam e se recebem mutuamente: “Eu te recebo por minha mulher” – “Eu te recebo por meu marido”. “A palavra pronunciada pelos noivos perante a comunidade não é apenas sinal informativo, mas é também sinal realizador, criador de realidade de uma aceitação que, na verdade, começou muito antes desse sinal e que depois deve ser realizado por toda a vida” (cf. Schneider, Theodor, Vorgrimler, Herbet. “Manual de Dogmática” – Rio de Janeiro – Editora Vozes – 2009 – página 335).

Por “ato livre” a Igreja entende: não sofrer constrangimento e não ser impedido por uma lei natural ou eclesiástica. Este consentimento que liga os esposos entre si encontra seu cumprimento no fato de “os dois se tornarem uma só carne”.

— Se não há um consentimento humano, não se pode imputar o matrimônio. Nesse caso, o matrimônio, no ato do seu nascimento, não aconteceu. Houve uma aparência, mas sem conteúdo, explicou padre Enrique.

Casamento nulo?
Os protagonistas da aliança matrimonial são um homem e uma mulher batizados, que querem livremente se unir em comunhão da vida toda, e não apenas para um período determinado da vida, um campo parcial de sua existência. A união dos cônjuges abrange suas vidas sob todos os aspectos, constituindo, assim “uma só carne” (cf. Gn 2,24; Mt 19,5; Ef 5, 31), portanto, uma só vida.

Isto significa que um homem e uma mulher não se casam apenas para receber um sacramento, ou para dar satisfação à sociedade, ou mesmo para serem felizes, mas se unem em matrimônio porque desejam a comunhão de vida, e é essa comunhão de vida que, segundo a doutrina católica, constitui o sacramento.

O sacerdote (ou o diácono) que assiste à celebração do matrimônio acolhe o consentimento dos esposos e dá a bênção em nome da Igreja. A presença do ministro da Igreja (e também das testemunhas) exprime visivelmente que o casamento é uma realidade eclesial.

— É errado pensar que o fato de o padre abençoar um matrimônio isenta a necessidade dos esposos de se esforçarem por criar a felicidade um do outro. Na verdade, a gente concretiza a felicidade quando já estamos com os cabelos brancos, com netos, bisnetos e olhamos para trás e vemos a família que constituímos. Pode-se assim dizer: ‘puxa, como eu fui capaz de fazer isso tudo? Saiu do meu marido e de mim, de minha esposa e de mim’. Isso é a felicidade, embora também se possa dizer: ‘nos custou muito conseguir isso’ , destacou padre Enrique. Acontece, porém, que esse consentimento pode ser apenas aparentemente “livre”, isto porque pode conter vícios, ou falhas. Pode ser que, apesar das aparências, nunca tenha existido de fato o matrimônio em questão, nunca os noivos tenham firmado um vínculo matrimonial.

Por alguma falha no consentimento (ou por outras razões que tornam nulo e inexistente o matrimônio, explicadas no Código de Direito Canônico), a Igreja pode, após exame da situação pelo Tribunal Eclesiástico competente, declarar “a nulidade do casamento”.

E o que é dizer que algo é nulo? Recorrendo ao dicionário Aurélio, nulo significa “que não é válido, é sem efeito”, portanto, nunca existiu. No caso do matrimônio, significa dizer publicamente que o casamento jamais existiu, nunca teve valor de sacramento, apesar das aparências, das possíveis pompas e cerimônias realizadas. Neste caso, os contraentes ficam livres para casar-se validamente, respeitando as obrigações naturais provenientes de uma união anterior.

Aí está a grande diferença: não é que um matrimônio com erro ou vício de consentimento seja anulado ou dissolvido – porque ninguém pode anular ou dissolver um casamento –; é que esse casamento foi nulo no dia em que se realizou a sua celebração e, por isso, nunca existiu.

Porém, só o Tribunal Eclesiástico pode julgar esses casos, pois dispõe de um corpo de sacerdotes juízes que se especializaram no estudo da doutrina e do Direito Canônico. Embora como qualquer processo judicial este também tenha custos, a introdução de um processo de nulidade matrimonial poderá ser efetuada por qualquer pessoa, independente de seu poder aquisitivo.

O que pode fazer um casamento ser nulo?

Todos os sacramentos foram instituídos por Cristo e confiados à Igreja. Para administrá-los, a Igreja sistematizou condições para a uma celebração válida, segundo a sua doutrina.

Partindo do princípio que os ministros – os que conferem o sacramento – do matrimônio são os noivos, a Igreja afirma no cânon 1.057 que “o matrimônio é produzido pelo consentimento legitimamente manifestado entre partes juridicamente hábeis; esse consentimento não pode ser suprido por nenhum poder humano”.

Neste caso, há três situações que precisam ser levadas em conta para que um matrimônio seja válido: (1) que haja consentimento livre dos noivos; (2) que esse consentimento seja dado por pessoas juridicamente hábeis; (3) que esse consentimento seja manifestado legitimamente, ou seja, na forma prevista da lei.

Se faltar qualquer um desses requisitos, ou se houver falha num deles, não será realizado um verdadeiro matrimônio, constituindo-se num casamento nulo.

Das três situações antes citadas, pode se apresentar três situações de nulidade matrimonial.

Os noivos, ou um dos noivos, apesar das aparências, não quer de fato constituir o matrimônio, porque não quer uma comunhão para a vida inteira e de toda a vida. Quer uma união momentânea, “enquanto dure”. Ou, ainda neste caso, esteja casando obrigado. Neste caso aconteceu o que se chama de “vício de consentimento”.

Se os noivos, ou um deles, não forem (for) juridicamente hábeis (hábil) no ato do casamento. Ou seja, se possuir um impedimento legal para celebrar um matrimônio verdadeiro. Por exemplo: serem primos em primeiro grau, ou já ter (terem) sido casado (s) validamente anteriormente. A isso chama-se “impedimento dirimente”.

Se, embora queiram contrair verdadeiramente o matrimônio, sejam juridicamente hábeis, mas não se tenha observado as formalidades prescritas em lei para a celebração do casamento. O que pode acontecer quando pessoas batizadas fazem um casamento apenas no civil, no cartório; ou a cerimônia religiosa é assistida por um padre que esteja suspenso de ordem. Nestes casos aconteceu uma “falta de forma”.

Para ajudar os fiéis que tenham dúvidas quanto à validade de seu matrimônio, o Tribunal faz, antes da entrada de qualquer processo de nulidade, uma entrevista prévia com a parte que quer entrar com a ação (demandante). Nesta entrevista já se define se há ou não possibilidade daquele casamento ter sido nulo em sua realização. Somente os casos em que haja essa possibilidade dão entrada no Tribunal. Por esse motivo, a maioria das ações resulta em reconhecimento público de nulidade.

— É isso que a Igreja faz e diz aos esposos: ‘vocês não tinham condições de fazer um casamento válido e não fizeram. Por esse motivo não têm vínculo nenhum que os ligue para sempre’. Ora, se não têm vínculo nenhum, o juiz do Tribunal precisa ser justo e dizer: ‘a união de vocês não é um sacramento de Cristo e da Igreja. Nesse caso de nulidade as partes ficam livres para contrair um matrimônio válido’ , pontuou o presidente do Tribunal Eclesiástico do Rio.

*RETIRADO DO PORTAL DA ARQUIDIOCESE DO RIO DE JANEIRO

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Inscrições abertas para Catequese!


Catequese 2012

Inscrições abertas na Sacristia da Capela * Início das Aulas: 03 de março
Horário das aulas: Aos sábados de 10:30 as 12:00.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Horários da Igreja durante o Carnaval

Os horários da Capela do Menino Deus serão os seguintes durante o Carnaval: 

Sábado (18/02): Missa as 17h.
Domingo: Missa na nossa Paróquia de Santo Antônio dos Pobres (Rua dos Inválidos): 8h e 10h. A Capela ficará fechada.
Segunda e Terça: Igreja fechada.
Quarta de Cinzas (22/02): Missa as 17h.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

JMJ RIO 2013: Logo Oficial é apresentado!


“A JORNADA VAI MUITO ALÉM DO RIO DE JANEIRO OU DO BRASIL. OS JOVENS VÃO LEVAR DAQUI VALORES NOVOS, É UM SERVIÇO DE AMOR PARA O MUNDO”.DOM ORANI TEMPESTA
Na noite dessa terça-feira, 7 de fevereiro, foi lançada a logomarca oficial da próxima Jornada Mundial da Juventude. O evento contou com a presença de padres, bispos, leigos e autoridades do estado.
 Dom Orani, arcebispo do Rio de Janeiro, falou a respeito do processo de seleção e da importância de se levar um evento como a JMJ para o Brasil e, especialmente, para a cidade carioca. O design da marca é alegre, colorido e possui as cores do Brasil. A JMJ 2013 será realizada de 23 a 28 de julho de 2013, na capital fluminense, e atrairá jovens de todo o mundo para o encontro com o Papa Bento XVI.
Na logomarca foi utilizada a imagem do Cristo Redentor juntamente com as cores da bandeira nacional. “Não poderiam deixar de fora o maior símbolo da Brasil que também é católico e da Igreja Católica”. Na marca há o detalhe do coração, que remete imediatamente ao coração de Cristo, acolhedor e gratuito, simples e direto. “É uma marca que traz em si várias mensagens cristãs, basta um olhar amplo”
Fábio Castro diretor geral da Promocat Marketing

A JMJ, em 2013, deve trazer ao país, de acordo com o Ministério do Turismo, entre 1,5 milhão e dois milhões de turistas, de mais de 170 países.


CONCEITO
Com base no trecho da Palavra do Evangelho de São Mateus, percebe-se a necessidade de expressar uma referência direta à imagem de Jesus e ao sentido do discípulo. Neste episódio, Jesus se encontrou com seus discípulos em uma montanha, após sua ressurreição. Como símbolo da cidade do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor também se encontra em uma montanha e é um monumento reconhecido no mundo inteiro. O tema é uma palavra de ordem proclamada pelo próprio Senhor Jesus, e assim a Sua imagem possui destaque no centro do símbolo.
Os elementos do símbolo formam a imagem de um coração. Na fé dos povos o coração assumiu papel central, assim como o Brasil será o centro da juventude na Jornada Mundial. Também designa o homem interno por inteiro, se tornando nesta composição a referência aos discípulos que possuem Jesus em seus corações.
Os braços do Cristo Redentor ultrapassam a figura do coração, como o abraço acolhedor de Deus aos povos e jovens que estarão no Brasil. Representa nossa acolhida, como povo de coração generoso e hospitaleiro.
A parte superior (em verde) foi inspirada nos traços do Pão de Açúcar, símbolo universal da cidade do Rio de Janeiro, e a cruz contida nela reforça o sentido do território brasileiro conhecido por Terra de Santa Cruz. As formas que finalizam a imagem do coração possuem a cor azul, representando o litoral, somada ao verde e amarelo que transmitem a brasilidade das cores da bandeira nacional.
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Logomarca oficial da JMJ Rio2013 protegida nos termos da Lei de Direitos Autorais.
SETOR COMUNICAÇÃO JMJ RIO2013

FONTE: BLOG PARÓQUIA SANTOS ANJOS - LEBLON

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

70 mil foliões de Cristo invadem ruas do Centro do Rio


O “Folia com Cristo”, maior bloco de carnaval católico do Brasil, cada vez faz mais sucesso. Em sua quinta edição, no último domingo, 5 de fevereiro, aproximadamente 70 mil foliões se divertiram e testemunharam Cristo no clima do carnaval. Na Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio, sob sol de 40 graus, católicos juntaram a fé com a cultura carioca em preparação para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ RIO2013).

Antes dos shows, os fiéis participaram da Santa Missa, no Campo de Santana, presidida pelo Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, e concelebrada pelo Bispo Animador da Pastoral da Juventude, Dom Antonio Augusto Duarte, e ainda por diversos sacerdotes.

Durante a homilia, Dom Orani ressaltou que a Celebração Eucarística do dia trazia dois aspectos importantes para ser refletido.

— Somos chamados a viver conforme a Palavra nos indica, buscando a santidade. Hoje, vocês estão aqui para um momento de muita alegria e compromisso, pois somos chamados a manifestar a nossa fé ao mundo. De um lado somos destinatários desse amor de Deus e, do outro, temos o compromisso de ir ao encontro dos irmãos e irmãs para anunciar esse Deus misericordioso, afirmou Dom Orani.

O Arcebispo também lembrou que todas as intenções e orações do “Folia com Cristo” no ano de 2011 estavam voltadas à candidatura do Rio de Janeiro para sediar a Jornada Mundial da Juventude.
— No ano passado quando nós estávamos também nessa mesma ocasião tínhamos uma promessa e um pedido de termos o Rio de Janeiro como a sede da Jornada Mundial da Juventude. Quem participou se recorda que nós falamos dessa importância de estarmos rezando nessa intenção e agora que já é uma realidade queremos fazer desse momento um grande agradecimento a Deus de sermos os escolhidos pelo Santo Padre para sediarmos aqui no Rio a JMJ em julho de 2013, disse.

Já para o Bispo Animador da Pastoral da Juventude, Dom Antonio Augusto, o Folia com Cristo é um evento onde a Igreja pretende proporcionar aos jovens uma alegria saudável acolhendo também todos os anseios e diversões que são próprios da juventude.

— Nessa época do carnaval encontrar-se com os jovens querendo celebrar essa festa, que é tradicional no Brasil, começando com a Eucaristia e levando a fé como principal motivo do Folia com Cristo é realmente um sinal de esperança e de que a nossa juventude quer uma alegria saudável. É isso que a Igreja no Rio de Janeiro, através deste evento, quer proporcionar a eles e, principalmente, eles querem mostrar que podem compartilhar seus anseios, suas diversões e suas alegrias com fé, logo, é uma combinação do desejo da Igreja de estar com os jovens alegres e os jovens querendo estar com a Igreja mostrando a sua fé através da alegria, ressaltou Dom Antonio.

A primeira atração a se apresentar foi à cantora Eliana Ribeiro, da Comunidade Canção Nova. Logo após, o cantor Márcio Pacheco animou os foliões que louvaram a Deus e se divertiram ao ritmo da música baiana. Vestidos com abadás, que no evento ganharam o nome de abáDeus, os presentes mostraram que não era preciso álcool e nem drogas para curtir o carnaval.

Segundo o Diácono Júlio Cesar da Silva Santos, provisionado na comunidade que organiza o evento – Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima e Santo Antônio de Lisboa, na Taquara – o Folia com Cristo não é um bloco qualquer, mas a própria Igreja de Jesus Cristo que se mobiliza para evangelizar.

— O Folia com Cristo é um momento de demonstrar ao mundo que ser católico é muito além do que muitos falam. Ser católico é ter a alegria do Senhor Jesus Ressuscitado e a Folia com Cristo vem mostrar que o cristão pode ser feliz sem nada disso que o mundo nos oferece como bebidas e drogas, por exemplo. O Folia com Cristo é um momento de evangelização e alegria em que a cidade do Rio de Janeiro pára para ver a Igreja Católica passar não mais um bloco qualquer, mas a própria Igreja do Senhor que se mobiliza frente à uma juventude que tem sede de Deus, destacou Diácono Júlio.

Atração que não pode faltar no Folia com Cristo, pela quinta vez a cantora Maris Machado se apresentou no evento e emocionou os foliões. A cantora testemunhou que há quatro meses atrás teve um acidente vascular cerebral (AVC) e não sabia se poderia voltar a subir no trio. Maris ressaltou a todos os presentes que foi através da fé e pelo poder da oração que recebeu a graça de Deus de estar mais uma vez alegrando os foliões.

A grande atração do “Folia com Cristo” este ano foi a cantora Jake que animou os foliões com sucessos como: “Pó pará com pó”, “Pressão” e “Bom é louvar”, além de outras canções no ritmo do axé.

— Esse é um evento em que a gente pode mostrar o jeito de ser do jovem católico, oportunidade de mostrarmos a nossa alegria na santidade. Vivemos um carnaval santo, partilhando, pulando e brincando com as nossas músicas que não ofendem ninguém e só trazem alegria, além de incentivar os jovens em sua vida pessoal, disse a Coordenadora Arquidiocesana da Pastoral da Juventude (PJ), Juliana Fernandes.

— É a primeira vez que eu venho ao Folia com Cristo e está valendo a pena participar, pois está bem animado. Acho interessante essa iniciativa da Igreja e ela deve continuar realizando esse evento sempre buscando manter essa proximidade e esse contato com a juventude, ressaltou o psicólogo Rodrigo Gusmão.

— Esse evento é uma benção. É uma obra muito grande e só o Espírito Santo mesmo para realizar esse momento nas nossas vidas e nos nossos corações. Nem tenho como explicar o que significa ver tantos jovens aqui nesse bloco com Jesus, verdadeiramente é uma benção, afirmou Simone Lima, da Comunidade Bom Pastor, em Copacabana.

Foliões de Niterói, São Gonçalo, Nova Iguaçu, Caxias e Petrópolis também participaram do Folia com Cristo que já faz parte do Calendário Arquidiocesano e deu as boas vindas ao carnaval 2012.

*Fotos: Carlos Moioli



Fonte: Portal da Arquidiocese do Rio de Janeiro

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