terça-feira, 5 de abril de 2011

Catedrais da Arquidiocese do Rio de Janeiro

Criada em 1676 pela bula do Papa Inocêncio XI, a Diocese, e depois a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro nunca teve Catedral própria, sempre precisou servir-se de igrejas emprestadas. Nos primeiros 58 anos de sua história, ela se instalou na igrejinha que o governador Salvador de Sá mandara fazer de adobes e telha-vã, com três naves, no Morro do Castelo dedicada à São Sebastião, e que foi demolida em 1922, quando acabou o desmonte do morro.
Em 1734, a Catedral foi transferida do Morro do Castelo para a igreja de Santa Cruz dos Militares na Rua Primeiro de Março, onde permaneceu apenas três anos, ou seja, até 1737. Depois mudou-se para a igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos na Rua Uruguaiana, e ali ficou até a chegada da Família Real, em 1808, quando o Príncipe Regente de Portugal, Dom João VI, fez da igreja Nossa Senhora do Carmo, na Rua Sete de Setembro na Praça XV, sua Capela Real, logo elevada, por ele também, à categoria de Catedral.
Só depois de muitas e penosas diligências, a Arquidiocese conseguiu que o então Estado da Guanabara lhe cedesse um terreno no qual foi erguida a Catedral, que teve sua pedra fundamental abençoada e lançada por D. Jaime de Barros Câmara, a 20 de janeiro de 1964, sendo Sumo Pontífice S.S. o Papa Paulo VI. Tal Catedral foi benzida pelo Papa João Paulo II em 1980 e situa-se na Avenida Chile, no Centro do Rio.
São Sebastião (Morro do Castelo - demolida em 1922) (1676 - 1734)

Santa Cruz dos Militares (1734 - 1737)

Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos (1737 - 1808)

Nossa Senhora do Carmo (1808 - 1976)

Catedral de São Sebastião (desde 1976)

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